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Imagem referente a Dólar sobe para R$ 5,17, mas fecha julho em baixa de 1,16%

Dólar sobe para R$ 5,17, mas fecha julho em baixa de 1,16%

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (29) vendido a R$ 5,174, com alta de R$ 0,011. A cotação teve um dia volátil. Após iniciar a sessão......

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Por CGN

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Imagem referente a Dólar sobe para R$ 5,17, mas fecha julho em baixa de 1,16%

Em mais um dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar teve leve alta, mas teve a maior queda semanal em um ano e oito meses. A bolsa de valores recuperou os 103 mil pontos e atingiu o maior nível em 50 dias.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (29) vendido a R$ 5,174, com alta de R$ 0,011. A cotação teve um dia volátil. Após iniciar a sessão em baixa, chegando a cair para R$ 5,15 pouco antes das 10h, mas subiu para R$ 5,21 por volta das 10h20 e desacelerou no restante do dia.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana fechou a semana com queda de 5,9%, o maior recuo semanal desde novembro de 2020. Após chegar a R$ 5,499 no último dia 22, a divisa fechou julho com queda de 1,16% e acumula baixa de 7,21% em 2022.

Bolsa

No mercado de ações, o dia foi marcado por ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 103.165 pontos, com alta de 0,55%. O indicador chegou a subir 1,36% por volta das 15h45, mas desacelerou, com parte dos investidores vendendo ações para embolsarem ganhos recentes.

A bolsa brasileira está no patamar mais alto desde 10 de junho. O Ibovespa subiu 4,29% na semana, com o maior ganho semanal desde março do ano passado. O indicador fechou o mês com avanço de 4,69%, após cair 11,5% em junho.

No mercado externo, os investidores continuaram a repercutir dados que mostram a desaceleração da economia norte-americana. Ontem (28), foi divulgado que os Estados Unidos entraram em recessão técnica no segundo trimestre deste ano, após registrar duas contrações seguidas do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos).

O desaquecimento da economia norte-americana reduz as pressões para que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) aperte ainda mais a política monetária nas próximas reuniões. Juros mais altos em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. Novos estímulos concedidos pela China também reduziram as tensões no mercado internacional.

* Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

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