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Instabilidade em NY, petróleo e Petrobras limitam alta do Ibovespa por minério

No pré-mercado de Nova York, os sinais são divergentes. De um lado, há resultados corporativos do segundo trimestre nos Estados Unidos que agradaram – alguns, nem...

Publicado em

Por Agência Estado

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O Ibovespa tem um começo de sexta-feira em alta, mas moderado, diante da instabilidade das bolsas americanas e do petróleo. Além disso, investidores avaliam o relatório trimestral de produção e vendas da Petrobras, informado nesta quinta-feira, 21, após o fechamento da B3, que trouxe queda na produção. Contudo, a alta do minério de ferro na China é o contraponto, estimulando elevação das ações ligadas ao setor e do índice em si.

No pré-mercado de Nova York, os sinais são divergentes. De um lado, há resultados corporativos do segundo trimestre nos Estados Unidos que agradaram – alguns, nem tanto. De outro, investidores mantêm-se em compasso de espera da divulgação da leitura preliminar do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto dos Estados Unidos em julho (10h45), a fim de se ter uma ideia da atividade por lá.

O PMI será importante para balizar expectativas a poucos dias da decisão de política monetária do Fed que, por ora, pode subir o juro em 0,75 ponto porcentual. Na Europa, apesar de PMIs fracos, as bolsas sobem, após o BCE elevar os juros de forma surpreendente, mas considerada necessária pelo mercado

Diante da combinação de aperto monetário no mundo e moderação já em curso da atividade global, a maioria dos mercados opera em baixa na manhã desta sexta, observa em nota o Bradesco. “No entanto, as perdas são limitadas pela movimentação do mercado nos últimos dias, que reduziu a probabilidade precificada para uma alta de 1,0 p.p. nos Fed Funds na reunião da semana que vem – o mercado enxerga como mais provável um novo ajuste de 0,75”, afirma.

Por aqui, ainda podem repercutir os primeiros debates sobre o relatório bimestral de receitas e despesas, a ser divulgado nesta sexta, mas com entrevista do representante do Tesouro Nacional somente na segunda-feira, dia 25.

Em dia de agenda de indicadores esvaziada, o noticiário corporativo pode dar tom aos negócios na B3, sobretudo quanto à Petrobras. A estatal fechou o segundo trimestre do ano com produção média comercial de 2,334 milhões de barris diários de óleo equivalente (petróleo e gás natural). O montante representa uma queda de 6% na comparação com um ano atrás. Em relação ao trimestre anterior, o recuo foi 5,2%. Ao todo (incluindo a parcela que não é comercializada), a produção foi de 2,653 milhões de boe/d, um declínio de 5,1% ante o segundo trimestre de 2021. Na comparação com abril a junho de 2021, a produção brasileira caiu 5%.

A queda foi atribuída pela Petrobras ao início da vigência do contrato de partilha de produção do excedente da cessão onerosa dos campos de Atapu e Sépia e um maior número de paradas para manutenção nas plataformas.

Às 10h39 desta sexta-feira, o Ibovespa subia 0,46%, aos 99.496,15 pontos, após alta de 0,58%, na máxima aos 99.607,37 pontos, e mínima aos 99.031 pontos, bem perto da abertura (99.034,04 pontos). Na quinta-feira havia subido 0,76%, aos 99.033,17 pontos, sendo a quinta elevação seguida. Vale ON subia 2,14% e Petrobras ainda tentava se firma em alta de 0,65% (PN) e 0,57% (ON).

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