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Imagem referente a Paço Imperial abre retrospectiva do pintor mato-grossense Adir Sodré

Paço Imperial abre retrospectiva do pintor mato-grossense Adir Sodré

Intensidade Para o curador da mostra, Adir Sodré foi um artista muito intenso, que pintou em todos os espaços e lugares que encontrou pela frente. “Pintou em......

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Por CGN

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O Paço Imperial, situado na Praça XV, região central do Rio de Janeiro, inaugura nesta tarde a exposição Podre de Chique, com de obras do artista mato-grossense Adir Sodré. Com entrada gratuita, a retrospectiva reúne obras de Sodré presentes em diversas coleções brasileiras. Os trabalhos do artista, que morreu em 2020, poderão ser vistos até 23 de outubro, de terça-feira a domingo, das 12h às 18h.

Intensidade

Para o curador da mostra, Adir Sodré foi um artista muito intenso, que pintou em todos os espaços e lugares que encontrou pela frente. “Pintou em capas de livros. Intervinha em livros, ilustrações, tênis, em diferentes materiais. Tinha uma compulsão para a pintura muito interessante e deixou vasta produção. Artista muito intenso, até sua morte, em 2020, não deixou de produzir”, afirmou Altmayer.

Produção

O pintor nasceu em 1962, em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá, onde passou quase toda a vida. Ao som de artistas como a alemã Nina Hagen e a sul-mato-grossense Tetê Espíndola, ele pintou durante mais de quarenta anos, abordando temas relacionados à cultura regional, à defesa ambiental e dos povos indígenas, além de celebridades e transformistas, entre outras personagens. Sodré, que se inspirava em grandes pintores como o espanhol Pablo Picasso, o francês Henri Matisse e a brasileira Tarsila do Amaral para extravagantes ficções, é considerado um dos 100 maiores artistas do século.

Adir Sodré expôs trabalhos nos museus de Arte Moderna de Paris, Nova Iorque, Rio de Janeiro e São Paulo. No Museu de Arte Moderna de Paris, por exemplo, participou, em 1987, da coletiva Modernidade, Arte Brasileira no Século XX. Suas obras estão presentes no acervo de grandes museus nacionais e internacionais.

O pintor morreu de infarto, em 2020, aos 58 anos de idade.

Fonte: Agência Brasil

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