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Johnson quer seguir premiê interino até outubro, mas é pressionado a sair antes

Johnson deve fazer o anúncio da renúncia ainda nesta quinta-feira, 7, e, de acordo com o Financial Times, almeja liderar o governo britânico de maneira interina...

Publicado em

Por Agência Estado

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O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, pretende seguir no cargo até outubro, antes de renunciar oficialmente, segundo informado por múltiplos veículos da imprensa britânica. O premiê, no entanto, tem sido pressionado por aliados e opositores a deixar Downing Street imediatamente.

Johnson deve fazer o anúncio da renúncia ainda nesta quinta-feira, 7, e, de acordo com o Financial Times, almeja liderar o governo britânico de maneira interina até que o Partido Conservador escolha um sucessor na conferência da legenda, marcada para outubro.

O líder do oposicionista Partido Trabalhista, no entanto, defendeu que Johnson seja afastado imediatamente. Segundo ele, a legenda pode convocar uma votação de confiança no Parlamento para forçá-lo a abandonar a posição. “Seu próprio partido decidiu que é hora – então eles não podem infligi-lo ao país pelos próximos meses”, disse, conforme a BBC.

No Twitter, o parlamentar conservador George Freeman, que atuou no gabinete de Johnson como ministro da Ciência, pediu que o premiê permita que o partido governista forme um novo governo imediatamente. “Boris Johnson precisa entregar os selos do cargo, pedir desculpas a Sua Majestade e aconselhá-la a chamar um primeiro-ministro interino”, argumentou.

Ruth Davidson, ex-líder do Partido Conservador na Escócia, ecoou a pressão. “Não há como ele ficar até outubro. É um disparate absoluto pensar que ele pode. Alguém precisa segurar isso”, escreveu na rede social.

Johnson ficou em posição insustentável esta semana após a debandada de integrantes do governo, iniciada na última terça-feira, 5, com a saída dos ministros de Finanças, Rishi Sunak, e Saúde, Sajid Javid. O primeiro-ministro já vinha sendo questionado há meses por festas de que teria participado durante a pandemia. No entanto, a gota d’água foi a resposta dele às denúncias de assédio sexual contra o parlamentar conservador Chris Pincher.

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