
Em segundo dia de julgamento, testemunhas falam sobre a morte do agente penitenciário Alex Belarmino
O Tribunal do Júri ocorre na Sede Cabral da Seção Judiciária do Paraná, em Curitiba, e será presidido pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. ...
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Por Fábio Wronski

Nesta terça-feira (05), segue sendo realizado o julgamento dos acusados na morte do agente penitenciário Alex Belarmino de Souza, assassinado em Cascavel, em 2016.
O Tribunal do Júri ocorre na Sede Cabral da Seção Judiciária do Paraná, em Curitiba, e será presidido pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Pela manhã foi realizado o sorteio dos jurados para formar o Conselho de Sentença. Entre os presentes, foram selecionadas seis mulheres e um homem. Na sequência, foi ouvida a primeira testemunha de acusação, o delegado que conduziu o caso em Cascavel, Lucas Amorim Ferreira.
Hoje, outras testemunhas estão sendo ouvidas, sanando as dúvidas do Ministério Público e defesa.
Ao todo, foram quatorze denunciados pela morte do agente. O processo foi inicialmente desmembrado por ter recursos de quatro réus pendentes nos Tribunais superiores, e novamente desmembrado para racionalizar as sessões de julgamento, sendo que sete acusados já foram sentenciados em julgamento que aconteceu em dezembro de 2021.
A ação penal, que inicialmente tramitou na 4ª Vara Federal de Cascavel, teve decisão de pronúncia em abril de 2018, seguindo para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região que determinou a realização do Tribunal do Júri na Subseção Judiciária de Curitiba, em razão da comoção causada pelo crime.
Alex Belarmino de Souza tinha 36 anos quando foi assassinado a caminho do trabalho. Segundo as investigações da Polícia Federal (PF), o agente penitenciário federal foi morto em uma emboscada e recebeu 23 tiros. Ele teve sua morte encomendada por integrantes de uma facção criminosa que atua dentro e fora de presídios brasileiros.
Ainda de acordo com as investigações da PF, o crime aconteceu em represália a ações de órgãos de segurança contra o grupo. Em 2017, a servidora pública federal que atuava como psicóloga na Penitenciária de Catanduvas, Melissa Almeida, também foi morta pela mesma facção criminosa.
O julgamento deve se estender até a próxima sexta-feira.
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