Seleção feminina vence Nova Zelândia e avança no Mundial de Basquete 3×3

A classificação para a próxima fase já garante ao Brasil a sua melhor campanha na história do campeonato, mas Sassá não se dá por satisfeita e...

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Por Agência Estado

A seleção brasileira feminina de basquete 3×3 está entre as 12 melhores do mundo da modalidade. A equipe formada por Vanessa Sassá, Vitória Marcelino, Gabriela Guimarães e Luana Batista avançou às oitavas de final do Mundial da Antuérpia, na Bélgica, após vitória por 16 a 9 sobre a Nova Zelândia, na manhã desta sexta-feira (horário de Brasília).

A classificação para a próxima fase já garante ao Brasil a sua melhor campanha na história do campeonato, mas Sassá não se dá por satisfeita e quer ir mais longe. “Estou muito feliz com essa classificação, o time está evoluindo a cada jogo e vamos seguir forte. Queremos uma medalha e vamos lutar muito para fazer história na Bélgica”, disse.

Depois de perder para a França e vencer a Áustria na quarta-feira, quando estrearam no Mundial, as brasileiras começaram a sexta enfrentando os Estados Unidos, um dos favoritos do torneio. O Brasil não se intimidou e abriu 4 a 1 no início da partida, mas as americanas buscaram o empate por 9 a 9, conseguiram a virada nos minutos finais e venceram por 18 a 14.

Após a derrota, o segundo jogo do dia, contra a Nova Zelândia, se tornou uma decisão pela última classificação do Grupo B. Os Estados Unidos se garantiram direto nas quartas de final, pois terminaram em primeiro, e a França ficou com uma das duas vagas nas oitavas, por ocupar a segunda posição.

A outra vaga foi alcançada pelo Brasil graças a uma atuação bastante consistente contra as neozelandesas. Dominante desde o início, abriu 4 a 1, assim como no duelo com as americanas. Dessa vez, contudo, não deu brecha para as adversárias, ampliou a vantagem para oito pontos ao longo da partida e fez 16 a 9 no placar final para garantir a classificação histórica.

“Fizemos um grande jogo contra os Estados Unidos, com chance de vencer, mas cometemos alguns erros e elas aproveitaram. Contra a Nova Zelândia, entrei em quadra um pouco nervosa e ansiosa, pois era tudo ou nada, mas logo voltei ao normal e pude ajudar a equipe a conseguir o resultado positivo”, avaliou Sassá.

A seleção brasileira buscará a vaga nas quartas de final no sábado, quando enfrentará o segundo colocado do Grupo C, ainda indefinido. As possíveis adversárias são Polônia e Bélgica.

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