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Estado promove mutirão de emprego com 1.784 vagas para operador de telemarketing na Agencia do Trabalhador. Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Mutirão de empregos para bares e restaurantes atende 357 pessoas em Curitiba

O resultado final foi 146 pré-aprovações pelas 12 empresas que participaram. Após a pré-aprovação restam poucos passos para efetivação da carteira assinada, como o exame médico......

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Por CGN

Estado promove mutirão de emprego com 1.784 vagas para operador de telemarketing na Agencia do Trabalhador. Foto: Geraldo Bubniak/AEN

O mutirão de empregos promovido pela Agência do Trabalhador de Curitiba para preencher 203 vagas do setor de bares e restaurantes atendeu 357 pessoas, com 839 entrevistas ao todo, nesta terça-feira (21). A ação é resultado de uma parceria da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) com a Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar).

O resultado final foi 146 pré-aprovações pelas 12 empresas que participaram. Após a pré-aprovação restam poucos passos para efetivação da carteira assinada, como o exame médico admissional.

“Os mutirões setorizados são uma política do Governo do Estado que garante o Paraná como campeão na geração de empregos com intermediação”, disse o secretário Rogério Carboni. “Só em Curitiba já foram realizados mutirões para atender demandas específicas do setor produtivo, com vagas em telemarketing, para o supermercados, e agora para o setor bares e restaurantes, além dos mutirões para atender segmentos específicos da sociedade como a população LGBTI+, pessoas com deficiência, pessoas com mais de 50 anos, e egressos do serviço militar”.

“Este mutirão é muito importante para nossa categoria. É uma tentativa de recuperar esta mão de obra trabalhadora que migrou para outras atividades econômicas durante a pandemia. No período mais crítico tivemos um fechamento de quase 40% das nossas empresas e perdemos praticamente 30% da nossa mão de obra”, destacou Fábio Aguayo, presidente da Abrabar.

De acordo com Aguayo, o mutirão auxilia a formalização do vínculo entre as empresas e os trabalhadores, garantindo maior estabilidade para ambos. “Nós temos que trazer o hábito da carteira assinada para nossa categoria. Muita gente só quer trabalhar de freelancer, serviço eventual, ou a famosa ‘taxa’. Então este é um outro desafio nosso do setor, o de fidelizar este trabalhador para nós termos um engajamento maior”, concluiu.

Fonte: AEN

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