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Imagem referente a Retomada de Angra 3 é tema de debates em seminário na Uerj
© Maurício Almeida/ TV Brasil

Retomada de Angra 3 é tema de debates em seminário na Uerj

“Isso é o que está sendo considerado hoje pela Eletronuclear”, afirmou.......

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Por CGN

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© Maurício Almeida/ TV Brasil

Em sua exposição, o chefe do Departamento de Controle de Bens e Serviços da Eletronuclear, Jean Campelo Brunswick, que até ontem (20) desempenhou a função de superintendente de Gerenciamento de Empreendimentos, disse que a empresa está desenvolvendo o Plano de Aceleração da Linha Crítica, que deverá se estender até a contratação do Epecista, de modo que não se perca tempo e se mantenha o cronograma de entrada comercial da usina, estimado para fevereiro de 2028.

“Isso é o que está sendo considerado hoje pela Eletronuclear”, afirmou.

Em 2015, quando as obras foram paralisadas, com 65% delas já concluídas, tinham sido gastos R$ 7,8 bilhões na usina. “A gente vai passar desses 65% para 100%, em 2028”, disse o executivo da Eletronuclear, que não soube precisar o montante de investimentos que ainda será aplicado no projeto.

O consórcio realiza algumas obras de infraestrutura que as próprias empresas vão usar, como vestiário e refeitório, além de trabalhar na central de concreto que vai ser usado no edifício do reator.

Na fase atual, entre 99% e 100% da mão de obra contratada serão nacionais. “Porque mão de obra estrangeira é muito específica e, normalmente, está associada a algum tipo de trabalho de um componente nuclear ou alguma estrutura mais específica. Vai ser pontual, pelo menos nessa fase. Hoje, é 100% nacional o que está lá”.

Próximo passo

Segundo Brunswick, o próximo passo será a contratação do Epecista, ou projetista, fornecedor e construtor, simultaneamente. Este foi o modelo definido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a retomada de Angra 3. Na verdade, será uma empresa ou consórcio que finalizará as obras civis e a montagem eletromecânica da usina, o que ocorrerá por meio de contrato de EPC (sigla em inglês para engenharia, gestão de compras e construção). Nessa fase, será contratada também mão de obra estrangeira, porque são diversos componentes, muitos dos quais, importados e que têm assistência da Framatome, um dos principais líderes mundiais no setor da energia nuclear, cuja participação é significativa na etapa atual do Plano de Aceleração.

Fonte: Agência Brasil

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