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Com nível de 57% nos estoques de gás, Europa busca soluções para enfrentar cortes

Analistas do centro de estudos Bruegel, em Bruxelas, avisam que Bulgária, Hungria e Romênia “não devem atingir a meta de 80% da União Europeia, caso continuem...

Publicado em

Por Agência Estado

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Em resposta a uma série de reduções e cortes no fornecimento de gás da Gazprom, empresa estatal russa, a União Europeia (UE) pensa nos próximos passos para regularizar o fornecimento de gás natural dentro do bloco. Atualmente, os estoques subterrâneos do continente estão 57% completos. A proposta da Comissão Europeia é de que cada país atinja o nível de 80% até 1º de novembro.

Analistas do centro de estudos Bruegel, em Bruxelas, avisam que Bulgária, Hungria e Romênia “não devem atingir a meta de 80% da União Europeia, caso continuem na velocidade atual”, enquanto Alemanha, Áustria e Eslováquia devem encontrar dificuldade em encher seus reservatórios se o gás vindo da Rússia for completamente cortado. Um corte dessa magnitude poderia elevar o preço do gás de volta ao pico de 206 euros por megawatt/hora, índice registrado em 7 de março, fomentando a inflação.

Existem esforços para construir mais gasodutos conectados a Azerbaijão e Noruega. Na Alemanha, que não tem terminais de importação, estão sendo construídos quatro terminais flutuantes, dois com previsão para começar a operar até o final do ano. Apesar dessas iniciativas, o foco na sustentabilidade foi colocado de lado para complementar a produção de energia, voltando a operação em capacidade total de usinas a carvão na Alemanha e na Holanda.

Mesmo com todas as medidas do governo europeu, a segurança da oferta de gás continua frágil. Terminais de produção de energia em países como Estados Unidos e Catar funcionam a toda velocidade, representando uma competição entre Europa e Ásia por recursos limitados. A lei europeia exige que o governo racione o fornecimento de gás para indústrias e priorize o suprimento de residências, escolas e hospitais – o que poderia provocar cortes e fechamento de indústrias. Segundo especialistas, isso custaria empregos e crescimento em uma economia já espremida pela alta inflação e pelo temor de uma desaceleração global, enquanto bancos centrais aumentam taxas de juros.

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