
Emirados Árabes: entre a tradição e a modernidade
Dubai, principal destino de quem chega ao país, é cosmopolita e impressiona pelo futurismo e grandiosidade. Ali também está o maior shopping do mundo, o maior......
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Por CGN
Impulsionado pela descoberta do petróleo e com quase 3 milhões de habitantes, sendo 80% deles estrangeiros, os Emirados Árabes Unidos (EAU) têm atraído turistas do mundo inteiro. Este é o tema do programa Caminhos da Reportagem deste domingo (19), às 22h.
Dubai, principal destino de quem chega ao país, é cosmopolita e impressiona pelo futurismo e grandiosidade. Ali também está o maior shopping do mundo, o maior arranha-céu e o hotel mais luxuoso. Outra grande atração é o Museu do Futuro, considerada a joia arquitetônica da cidade. Lá é possível fazer uma viagem no tempo e imaginar o mundo e a tecnologia daqui a 50 anos. Por meio de exposições imersivas e inteligência artificial, o museu oferece entretenimento e conscientização sobre soluções sustentáveis e sobre o futuro da humanidade no planeta.
O chef Geraldo Mazini, que participou da Expo Dubai, um dos raros eventos mundiais abertos ao público depois do início da pandemia, aproveitou a oportunidade da feira para divulgar a cozinha brasileira. Ele trabalhou no pavilhão Brasil da exposição e contou como a gastronomia é vista pelo público exigente dos Emirados Árabes. “Ele não procura pela cozinha, ele procura pelo conceito. Tem que ser a parte visual, tem que ser a música. Não adianta querer abrir um negocinho pequeno na esquina e servir comida brasileira. Em Dubai não vai funcionar assim”.
Outro destino bastante procurado no país é a capital Abu Dhabi. A mistura de luxo, diversão e tradição oferece opções variadas aos visitantes. Tem a montanha mais rápida do mundo que fica dentro do Parque Ferrari e o primeiro museu do Louvre fora da França, que exibe obras do mundo todo. Em Abu Dhabi também é possível encontrar festivais tradicionais que mantêm viva a cultura árabe por meio da dança, da música e até da falcoaria praticada pelos antigos beduínos em caças no deserto.
E quando o sol se põe ali no deserto, uma noite típica espera os visitantes com uma dança do ventre. A brasileira Jeane Soares conta que em 2013 recebeu o convite de uma professora para viajar pelos países árabes. “Eles respeitam a dança aqui e a gente tem contratos que são semelhantes ao contrato normal”, explica. Além de dançar dentro de uma companhia, ela diz que recebe inúmeras demandas e é requisitada para dançar em festas, aniversários e casamentos. “É um país que está tentando abrir as portas para o mundo. Estão dando as boas-vindas para todos os turistas e estrangeiros. Então a gente consegue ter uma liberdade com bastante respeito à cultura deles”, conclui.
Fonte: Agência Brasil
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