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Sob pressão, Santos tem maratona e Bustos cobra fim dos erros contra Corinthians

“É quarta-feira, é quarta feira” e “se quarta-feira não ganhar, olê, olê, olá, o pau vai quebrar”, pressionaram os santistas na Vila Belmiro irritados com mais...

Publicado em

Por Agência Estado

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Assim que o jogo com o Red Bull Bragantino terminou, com 2 a 2 na Vila Belmiro, a torcida do Santos começou a protestar. Vaiou o time e o cobrou resposta contra o Corinthians, quarta-feira, em Itaquera, pela Copa do Brasil. Ciente que o time falhou demais novamente, o técnico Fábian Bustos pede para seus jogadores aprenderem a matar os jogos e evitar os erros no clássico.

“É quarta-feira, é quarta feira” e “se quarta-feira não ganhar, olê, olê, olá, o pau vai quebrar”, pressionaram os santistas na Vila Belmiro irritados com mais um tropeço como mandante – o quinto seguido no Brasileirão.

A equipe sai duas vezes para jogar na Neo Química Arena, quarta e no sábado, pelo Brasileirão, e depois viaja para a Venezuela para enfrentar o Deportivo Táchira, na Copa Sul-Americana. No retorno, tem o duro Santos pela frente. Bustos admite que a sequência é pesada, mas troca reclamações por um apelo contra o fim dos erros bobos que vêm custando pontos preciosos.

“Não vou me queixar do calendário. Eu quis vir para o Brasil trabalhar e sabia da intensidade. O melhor que eu posso fazer é competir em todos, se não passarmos na Copa do Brasil, haverá crítica a nós, jogadores, todos. O melhor a fazer é ganhar, ganhar, ganhar, conseguir passar de fase, pois todo treinador sofre exatamente o mesmo”, afirma Bustos, endossando que as falhas contra o Red Bull Bragantino não podem ser repetidas.

“Futebol é muito emocional. No primeiro tempo, jogamos muito bem. Teríamos que ter terminado 2 a 0. Futebol é um jogo em conjunto, algo que é mais difícil de controlar e sabemos que erramos”, diz. “Se matamos o jogo, fazemos o terceiro gol, terminou. Não fazendo, eles estão sempre perto (do empate). E aconteceu. Tem o erro também, eu sei qual foi, mas não vou expor o jogador.”

O treinador, contudo, admite que o Santos cresceu muito sob sua direção e espera que a evolução seja presenciada nos clássicos pela volta da paz. “Vocês lembram como estava o Santos quando chegamos. Não podíamos competir com equipes piores, e hoje competimos com equipes melhores. Mas não estou contente quando não ganho. Competir, estamos competindo”, ressalta.

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