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Depois da sentadona de Luísa Sonza em Cascavel, haters atacam fãs com comentários preconceituosos

A partir dos anos 2000 com as redes sociais, essa palavra de origem inglesa e que significa “os que odeiam” ou “odiadores” na tradução literal para a língua portuguesa, se...

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Por Deyvid Alan

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A preocupação com a vida alheia é uma coisa curiosa. Do nada, pessoas que você nunca viu na vida, passam a proferir ofensas nas redes sociais e de forma totalmente gratuita. Estamos falando dos haters.

A partir dos anos 2000 com as redes sociais, essa palavra de origem inglesa e que significa “os que odeiam” ou “odiadores” na tradução literal para a língua portuguesa, se popularizou. Assim, um hater da internet é alguém que dissemina ódio nesses espaços.

Com o crescente números de influenciadores a cada dia e novos artistas que surgem, os ataques também aumentaram, isso porque na internet, há maior liberdade para se expressar e a ideia de liberdade também é confundida com impunidade, já que os haters acreditam que podem falar tudo o que quiserem, “doa a quem doer”.

Muitas pessoas aproveitam as redes para criar perfis falsos e difamar, ofender, denegrir a imagem do outro, contudo, muitos haters não têm medo e usam suas identidades reais, pois em geral, não há consequências para os seus atos.

Prova disso foram diversos comentários preconceituosos, homofóbicos, difamatórios e desmedidos, feitos na publicação da CGN após a reportagem sobre o show de Luísa Sonza que aconteceu na sexta-feira em Cascavel.

Comentários muito engraçados foram vistos, alguns rindo da situação, outros criticando o estilo musical, o fato de desconhecer a cantora, gostar de outros estilos também muito prestigiados, e está tudo certo, é o direito de poder se expressar, discordar, opinar. Viva a democracia.

O problema são alguns comentários específicos atacando os fãs, pessoas entrevistadas e determinados grupos que são julgados e ofendidos com palavras de baixo calão. “Viado”, “otários”, “essa coca é fanta”, e ainda, “só aidético, pelego e mãe solteira no evento”, foram alguns dos comentários feitos na publicação. Isso é liberdade de expressão? De outro lado, muitos internautas também se posicionaram contra os comentários ofensivos e preconceituosos, o que mostra que muitas pessoas sabem diferenciar liberdade de expressão de ataques ofensivos.

Ninguém é obrigado a gostar, ouvir, frequentar, dançar ou fazer qualquer coisa que não queira, o que importa é o respeito. Goste ou desgoste, não importa, afinal como já diz o ditado: “gosto é igual nariz cada um tem o seu”, não preciso trazer aqui o ditado em sua real versão.

Pode opinar, pode criticar, se manifestar nas redes sociais, não tem problema, pois felizmente vivemos uma democracia e temos o direito de aproveitá-la. Ataques por questões gênero, orientação sexual, cor, entre outros, não devem ser admitidos. Vale pensar sobre a necessidade de algumas pessoas em menosprezar a capacidade intelectual, diminuir ou ofender alguém apenas por não ser ou pensar igual a elas.

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