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Imagem referente a Instalado grupo parlamentar Brasil-Confederação Suíça
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Instalado grupo parlamentar Brasil-Confederação Suíça

O ministro da Embaixada da Suíça, Boris Richard, também compareceu à primeira reunião do colegiado. O embaixador da Suíça, Pietro Lazzeri, acompanhou a sessão de forma......

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Por Agência Senado

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Edilson Rodrigues/Agência Senado

O grupo parlamentar Brasil-Confederação Suíça foi instalado nesta terça-feira (26). Os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Esperidião Amin (PP-SC) foram eleitos como presidente e vice-presidente do colegiado, respectivamente. O senador Carlos Fávaro (PSD-MT) foi designado como segundo vice-presidente. A comissão, composta por 13 titulares, tem o intuito de incentivar e desenvolver as relações bilaterais entre os legislativos de ambos os países. 

O ministro da Embaixada da Suíça, Boris Richard, também compareceu à primeira reunião do colegiado. O embaixador da Suíça, Pietro Lazzeri, acompanhou a sessão de forma remota. 

Nelsinho Trad frisou a importância dos trabalhos que serão desenvolvidos com o colegiado.

— Embora as relações bilaterais Brasil-Suíça datem do século 19, não tínhamos uma instância formal entre os brasileiros e os membros da Assembleia Federal da Suíça. A partir de hoje, vamos estreitar os nossos laços e fortalecer o intercâmbio de experiências legislativas, as cooperações técnicas e também as relações políticas e culturais entre os nossos parlamentos.

Ele também comentou a respeito das relações econômicas cultivadas entre os dois países e lembrou que o Brasil é o principal parceiro econômico da Suíça na América Latina.

— Segundo o Itamaraty, o nosso intercâmbio comercial ultrapassou a marca de US$ 3,4 bilhões em 2020. Tivemos US$ 1,4 bilhão em exportação, principalmente de ouro, aeronaves, minério de ferro, carne de frango, querosene da aviação, arroz e café. Além de US$ 2 bilhões em importação. Hoje, cerca de 350 empresas suíças estão instaladas no Brasil, onde geram mais de 90 mil empregos diretos — explicou.

Já o vice-presidente do grupo parlamentar, Esperidião Amin, fez um relato histórico e elogiou a forma como os suíços têm acolhido os refugiados. Ele lembrou que seus avós italianos fugiram da guerra e foram acolhidos na Suíça.

— Em 1915, o Império Austro-Húngaro entrou em guerra com a Itália e talvez o fato mais marcante desse período de guerra seja a batalha de Caporetto. Com o ataque austro-húgaro se estabeleceu ali a guerra das trincheiras, onde as pessoas morriam de falta de condição sanitária e fome.

O senador Carlos Fávaro também falou de como a Suíça tem ajudado a desenvolver a produção de chocolate no Brasil e agradeceu a instalação do grupo parlamentar. 

— Imagine bem nós pegarmos um pequeno município do norte do Pará e poder ter a oportunidade de oferecer a Suíça, que são os especialistas mundiais em chocolate, que nós possamos fazer essa integração, essa aproximação. 

Boris Richard agradeceu os senadores e se dispôs a contribuir com a boa relação entre os dois países.

— Nós aqui da embaixada, o governo suíço também, além do Parlamento, ficamos engajados para contribuir com as boas relações entre os dois países. Me alegra muito ouvir essas histórias de pessoas e familiares que nos lembram dos laços entre o Brasil e a Suíça — concluiu o ministro da embaixada.

Por Mateus Souza, sob supervisão de Sheyla Assunção

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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