CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Apucarana abre licitação para revitalizar pintura de prédio
fonte: Reprodução/ Arquivo TN

Apucarana abre licitação para revitalizar pintura de prédio

O objetivo da licitação é contratar uma empresa especializada para prestação de serviço de recuperação do painel que ocupa a lateral inteira do prédio e é......

Publicado em

Por CGN 1

Publicidade
Imagem referente a Apucarana abre licitação para revitalizar pintura de prédio
fonte: Reprodução/ Arquivo TN

Sete anos depois de declarar a pintura do  ‘prédio da onça’ patrimônio artístico, histórico e cultural de Apucarana, a Prefeitura está licitando a revitalização da obra, localizada na lateral do Condomínio Edifício Ariane, na Praça Valmor Santos Giavarina, no centro da cidade. A publicação do pregão eletrônico aconteceu nesta segunda-feira (18). 

O objetivo da licitação é contratar uma empresa especializada para prestação de serviço de recuperação do painel que ocupa a lateral inteira do prédio e é considerado um cartão-postal da cidade. O certame prevê valor máximo do serviço em R$229.903.

A licitação deve ocorrer no dia 4 de maio, na plataforma eletrônica www.comprasgovernamentais.gov.br. Em 2015, através de decreto municipal, a pintura de onça virou patrimônio artístico, histórico e cultural de Apucarana. 

A obra de arte de 230 metros quadrados, que traz a imagem de uma onça em meio à mata nativa, foi feita com recursos públicos por um artista mato-grossense já falecido e ilustra desde 1997 a parede lateral do Condomínio Edifício Ariane, que por conta da pintura, acabou ficando conhecido popularmente conhecido como “Prédio da Onça”. 

Na época do tombamento da obra, a pintura corria o risco de ser removida. A intenção do condomínio era locar o espaço para uma empresa explorar com anúncios publicitários.  O temor pela destruição do painel, marca registrada do centro de Apucarana, mexeu com a opinião pública. Antes publicar o decreto, a Procuradoria Jurídica do Município sugeriu um tombamento amigável, mas a maioria dos moradores do prédio rejeitou a consulta feita pela Procuradoria Jurídica do Município.

Diante da negativa e com embasamento na legislação, a prefeitura recorreu ao tombamento compulsório. O Decreto Municipal nº 435/2015 foi assinado em 18 de agosto de 2015, pelo então Procurador Jurídico, Paulo Sérgio Vital e o então prefeito Beto Preto. Na época, a expectativa de gastos com a recuperação da pintura era entre R$15 mil e R$18 mil.

Leia a Matéria completa no site TN Online

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN