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Imagem referente a Patrulha Maria da Penha recebe homenagem pelos serviços prestados
A partir da esquerda, as agentes Morandi e Claudinéia, a Professora Liliam, e os agentes Borges e Gonçalves Foto: Flávio Ulsenheimer

Patrulha Maria da Penha recebe homenagem pelos serviços prestados

O objetivo da homenagem foi destacar os serviços prestados ao município pela Patrulha, que tem como finalidade assegurar à mulher, à criança e ao idoso vítima...

Publicado em

Por Deyvid Alan

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Imagem referente a Patrulha Maria da Penha recebe homenagem pelos serviços prestados
A partir da esquerda, as agentes Morandi e Claudinéia, a Professora Liliam, e os agentes Borges e Gonçalves Foto: Flávio Ulsenheimer

A Patrulha Maria da Penha foi homenageada em sessão solene na tarde desta terça-feira (19), na Câmara de Cascavel, com o recebimento de um Voto de Louvor e Congratulações aos Guardas Municipais Claudinéia Eleoterio Leite, Cesar Goncalves dos Santos, Karen Morandi e Evanildo Borges, componentes da Patrulha Maria da Penha. A placa, com a homenagem oficializada pelo Requerimento nº 84/2022, foi entregue pela autora da proposta, a vereadora Professora Liliam (PT).

O objetivo da homenagem foi destacar os serviços prestados ao município pela Patrulha, que tem como finalidade assegurar à mulher, à criança e ao idoso vítima de violência doméstica e familiar, o direito a uma vida sem violência. Um comparativo entre os últimos dois anos, revela um aumento de 247% nos atendimentos envolvendo mulheres vítimas de algum tipo de violência em Cascavel. Em 2021, foram realizados 4.237 atendimentos, e em 2020, foram 1.745 atendimentos. As principais chamadas envolvem: lesão corporal, violência sexual, ameaça de morte e ameaça contra o patrimônio.

Outro dado que chama atenção no município é o alto índice de mortes. Em três meses, Cascavel ultrapassou o dobro de feminicídios em comparação ao ano passado, que havia contabilizado dois em todo o período, e em 2022 já foram cinco os registrados até março. Nenhum dos casos de morte está entre os casos acompanhados pela Patrulha.

“É importante enaltecermos o trabalho dessa equipe, que mesmo com um número reduzido presta um excelente serviço na defesa da vida e da dignidade das mulheres. É um equipamento social que já ganhou a confiança da comunidade cascavelense e merece reconhecimento e gratidão de nossa parte, além de nos obrigar a defender a melhoria de suas condições estruturais e de servidores”, afirma a vereadora Professora Liliam.

Depois de várias falas de parlamentares em homenagem à Patrulha, foi a vez de Claudinéia agradecer. “É uma honra estar servindo ao meu município, onde nasci e cresci. Ainda mais nesse papel fundamental de proteção à mulher, ao idoso e à criança vítima de violência doméstica. Igualmente é motivo de honra receber essa homenagem, e fica o meu agradecimento para toda a tropa municipal”, declarou a guarda. A sessão contou com a presença do Secretário de Segurança Pública, Dr. Pedro Fernandes de Oliveira e do diretor da Guarda, Alexandre Henrique dos Santos.

Histórico

A Patrulha Maria da Penha foi criada pela Lei nº 6742/2017, com objetivo de proteção e prevenção à violência contra a mulher, a criança e o idoso, porém, começou efetivamente sua atuação no município em abril de 2018, completando quatro anos de muito trabalho e dedicação na proteção da vida das mulheres. A equipe é composta por quatro guardas e uma viatura, uma estrutura bastante reduzida considerando a volumosa demanda.

A ferramenta busca contribuir para a fiscalização do cumprimento de medidas protetivas de urgência; proteger a mulher vítima de violência doméstica e familiar; diminuir o tempo de resposta/chegada de equipe de segurança; impedir que a mulher percorra um longo e moroso caminho para comunicar o descumprimento de medida judicial; fortalecer os vínculos familiares, comunitários e sociais; prevenir a ocorrência de violações de direitos; possibilitar que a mulher retome seus compromissos, rotina e afazeres cotidianos, após o episódio de agressão; restaurar o respeito e a confiabilidade no Sistema de Justiça e Segurança; estimular novas denúncias; evitar a reincidência da violência doméstica e familiar; dissuadir o autor de agressão a procurar a mulher, diante da real possibilidade de ser detido; desmotivar qualquer ação violenta contra a mulher, e possibilitar a punição do descumprimento de medida judicial.

Texto: Assessoria

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