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Imagem referente a 3ª Vara Cível da Comarca de Joinville comemora conquista da certificação 100% Digital
Imagens: Divulgação/TJSC

3ª Vara Cível da Comarca de Joinville comemora conquista da certificação 100% Digital

“Atuar de forma 100 % digital agiliza o andamento dos processos e nos possibilita aproximar ainda mais do ideal de uma justiça célere e universal. Quando......

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Por Tribunal de Justiça de SC

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Imagem referente a 3ª Vara Cível da Comarca de Joinville comemora conquista da certificação 100% Digital
Imagens: Divulgação/TJSC

A 3ª Vara Cível da comarca de Joinville recebeu o certificado de unidade 100% digital emitido pela Corregedoria Geral da Justiça, após zerar o estoque físico dos processos em andamento, ao transferir para o virtual aproximadamente seis mil processos.

“Atuar de forma 100 % digital agiliza o andamento dos processos e nos possibilita aproximar ainda mais do ideal de uma justiça célere e universal. Quando existe um descompasso, ou seja, quando uma parte do acervo é física e outra virtual, tal como ainda se verifica em algumas unidades, isso gera atrasos”, destaca o juiz Rafael Osorio Cassiano, titular daquela unidade. Para o magistrado, a conclusão desta etapa de digitalização é primordial para que o sistema virtual funcione de maneira plena.

 

A chefe de cartório Joerli Adriana da Silva Junckes salienta que o esforço coletivo foi o chamado “segredo do sucesso” nesta empreitada. “Resultado de um trabalho simultâneo e organizado em equipe, que confere celeridade aos atendimentos. Ao mesmo tempo em que investíamos na digitalização dos processos antigos, buscávamos também atender as demandas correntes”, enfatiza Joerli, que comandou um grupo de quatro servidores e dois estagiários durante todo o período de digitalização, iniciado em 2014.

O benefício maior da digitalização, revela a servidora, foi sentido durante o período mais crítico da pandemia. “Foi nesta fase que constatamos na prática o quanto é viável trabalhar no digital. O fato de estarmos com processos adiantados na digitalização viabilizou o home office e assim aumentamos os índices de produtividade”, revela.

 

O próximo passo agora é a destinação ambiental dos processos digitalizados. “Os documentos físicos já foram disponibilizados e os advogados informados a respeito, caso optem pela retirada. Posteriormente, na medida do possível, serão devidamente destinados a uma solução ambiental”, conclui Joerli.

Fonte: TJSC

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