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Imagem referente a Fiocruz mostra importância da dose de reforço para combater covid-19
© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Fiocruz mostra importância da dose de reforço para combater covid-19

Durante um ano, pesquisadores acompanharam 1.587 pessoas para observar como reagiam a vacina. O estudo teve como foco pessoas que tomaram a primeira e a segunda......

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Por CGN

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Imagem referente a Fiocruz mostra importância da dose de reforço para combater covid-19
© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A dose de reforço da vacina contra a covid-19 aumenta a proteção contra a infecção causada pelo vírus e ajuda também na proteção contra as variantes Delta e Ômicron, segundo pesquisa conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Minas, divulgada hoje (8). O estudo mostra que a vacinação é importante mesmo para quem já teve covid, pois confere uma imunidade superior àquela gerada apenas pela doença.

Durante um ano, pesquisadores acompanharam 1.587 pessoas para observar como reagiam a vacina. O estudo teve como foco pessoas que tomaram a primeira e a segunda dose de CoronaVac e a terceira, ou dose de reforço, da Pfizer.

Segundo a coordenadora da pesquisa, Rafaella Fortini, os dados são claros e mostram a importância da resposta gerada pela CoronaVac e como esta resposta imune se torna ainda mais forte e robusta quando a dose de reforço da Pfizer é introduzida.

Redução de casos

O estudo também mostrou uma redução de casos de covid-19 entre os indivíduos vacinados. Antes da vacinação, dentre os 1.587 participantes, um total de 247, ou seja, 15,6%, havia testado positivo e, desse montante, 136, ou 8,6%, foram diagnosticados com covid-19 longa. Depois da vacinação, apenas 75 (4,7%) testaram positivo, dentre os quais somente 5 (0,3%) tiveram covid-19 longa.

Em relação aos efeitos adversos, 325 pessoas tiveram alguma reação após a aplicação da CoronaVac e 391, da Pfizer. A reação mais comum foi dor de cabeça e dor no local da injeção. Diarreia, corrimento nasal, febre, mialgia e prostração também foram relatados.

A pesquisa foi feita com trabalhadores do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, ambos em Belo Horizonte (MG). Os participantes tinham idades entre 18 e 90 anos, sendo a média de 39 anos. A maioria, 76,1%, eram mulheres, e 28,8% relataram ter alguma comorbidade, como hipertensão, obesidade, asma e diabetes.

Fonte: Agência Brasil

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