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Gaema promove audiência pública em Paraíso do Norte para discutir medidas que possam evitar mortandade de abelhas causada por agrotóxicos

Em Paraíso do Norte, no Noroeste do estado, o núcleo de Campo Mourão do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), órgão......

Publicado em

Por Ministério Público do Paraná

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Em Paraíso do Norte, no Noroeste do estado, o núcleo de Campo Mourão do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), órgão do Ministério Público do Paraná, promoveu uma audiência pública para tratar do grave problema de mortandade de abelhas causada pelo uso irregular de agrotóxicos. A reunião aconteceu na noite desta quinta-feira, 31 de março, na Casa de Cultura de Paraíso do Norte.

Estiveram presentes no evento cerca de 120 pessoas. Foram apresentados dados sobre como o uso incorreto de agrotóxicos tem provocado o desaparecimento das abelhas, inclusive com a citação de situações concretas ocorridas em municípios paranaenses. São diversos os casos de morte massiva de abelhas em decorrência de agrotóxicos (em especial o Fipronil) no estado do Paraná.

O problema da mortandade desses insetos é tema de preocupação mundial, pois estudos indicam que a sobrevivência da espécie humana pode depender das abelhas, cujo desaparecimento seria fatal para a humanidade.

Para evitar o problema, o uso de agrotóxicos deve seguir estritamente o que é determinado pela legislação em vigor, e os produtores rurais precisam estar cientes das regras. As diversas normas existentes que regulam o uso de agrotóxicos, como as Leis 7.802/1989 e 9.605/1998, prevêem responsabilização administrativa, civil e criminal em casos de mortandade de abelhas pelo uso irregular desses produtos.

Foi franqueada a palavra aos presentes, após as falas dos promotores de Justiça Rosana Araújo de Sá Ribeiro (da Comarca de Campo Mourão, coordenadora do Gaema regional) e Robertson Fonseca Azevedo (da comarca de Paranavaí), do professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Osmar Malaspina, do professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) Jorge Ulises Guerra Villalobos, do engenheiro agrônomo Ricardo Moraes Witzel, que atua no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio e de Urbanismo, unidade do MPPR, e do técnico em Agropecuária do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR) Laércio de Freitas.

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