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Crise da Cedae: Witzel desiste de indicação para evitar nova derrota na Alerj

A votação do parecer emitido pela Comissão de Normas Internas e Proposições Externas estava marcada para esta quarta-feira, 5, no plenário da Casa. Mas, assim que...

Publicado em

Por Agência Estado

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O governador do Rio, Wilson Witzel, desistiu nesta tarde de manter a indicação de Bernardo Sarreta para conselheiro da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico (Agenersa). Em meio à crise da Cedae, Sarreta foi rejeitado por unanimidade ontem numa comissão interna da Assembleia Legislativa (Alerj) que o sabatinou.

A votação do parecer emitido pela Comissão de Normas Internas e Proposições Externas estava marcada para esta quarta-feira, 5, no plenário da Casa. Mas, assim que começou a sessão, o líder do governo, Márcio Pacheco (PSC), anunciou que Witzel desistiu do nome de Sarreta.

Na sabatina de ontem, 4, ele se enrolou ao responder perguntas sobre a área em que atuaria se fosse aprovado e deu respostas que geraram piadas. Assumiu, por exemplo, que nunca foi ao Rio Guandu, epicentro da atual crise da água.

Ao ser perguntado sobre o último livro sobre o tema que leu, disse que nunca leu uma obra específica que tratasse de regulação. “O último livro que eu li, que não é muito do tema, seria do Sun Tzu, A Arte da Guerra”, apontou Sarreta.

CPI da Cedae depende de articulação

Para conseguir instaurar a CPI da Cedae, que foi apresentada ontem, o deputado Luiz Paulo (PSDB) precisará convencer colegas a desistir de outros projetos de CPI.

O limite de comissões parlamentares de inquérito abertas é de sete, sendo que atualmente há dez na fila antes dessa da Cedae. São cinco já instaladas no ano passado, além de outras cinco que aguardam a abertura.

A ideia, portanto, é convencer os deputados da urgência do tema, a fim de que a da Cedae possa furar a fila.

“Vários deputados que tinham CPIs abertas há meses também são signatários dessa da Cedae. Está em curso uma negociação no sentido de que, como este é um tema urgente, é possível que tenha um comum acordo para passar na frente”, afirmou o deputado Carlos Minc (PSB), que já foi secretário e ministro do Meio Ambiente.

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