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Lira sobre MEC: Não pode haver dúvidas sobre seriedade do trabalho do ministro

“Eu não ouvi o áudio, a gente teve o dia cheio de reuniões”, disse Lira. “Eu não sei em que quadrante, em que situação ele falou...

Publicado em

Por Agência Estado

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Após repercutir no meio político a atuação do gabinete paralelo de pastores no Ministério da Educação, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta terça-feira, 22, que não pode haver dúvidas sobre o trabalho do ministro Milton Ribeiro. O deputado, contudo, disse que ainda não ouviu o áudio em que o chefe do MEC diz atender às demandas do grupo de religiosos a pedido do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Eu não ouvi o áudio, a gente teve o dia cheio de reuniões”, disse Lira. “Eu não sei em que quadrante, em que situação ele falou isso. Ele é que tem que se explicar com relação a isso. Não pode haver dúvidas com relação à seriedade tanto do trabalho do ministro, principalmente da Educação, quanto do Ministério”, acrescentou.

Lira afirmou que é preciso aguardar os desdobramentos. “Eu já soube que houve pedidos de posicionamento inclusive por parte da bancada evangélica. Vamos esperar com serenidade para ver o que acontece”, disse. Ao ser questionado sobre o trabalho de Milton Ribeiro no comando do MEC, o presidente da Câmara disse que essa avaliação cabe a Bolsonaro, e não ao Congresso.

“Cada um tem o direito de se posicionar. Se tiver alguma coisa que realmente fuja do padrão do trabalho do ministro e dos funcionários, deve haver repercussão”, declarou Lira.

Como revelou o Estadão, a atuação de Milton Ribeiro tem sido “dirigida” por um grupo de religiosos sem nenhum vínculo com o MEC ou o tema Educação. Capitaneado pelos pastores Gilmar Silva dos Santos e Arilton Moura, o “gabinete paralelo” age para facilitar a liberação de recursos, permitir o acesso de outras pessoas ao ministro e interferir na gestão da Pasta.

Em nota divulgada nesta tarde, Ribeiro disse que Bolsonaro não ordenou “atendimento preferencial a ninguém”, ao contrário do que mostrou áudio divulgado pela Folha de São Paulo. Ele também negou favorecer determinados grupos em detrimento de outros.

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