Pioneiro na gestão guiada por dados, MPSC amplia modernização e transparência
Estefani explica também que além da ampliação de acesso, os painéis ficaram mais simples, de fácil compreensão. "A democratização, a facilitação de acesso e mais transparência......
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O resultado da vanguarda do MPSC no uso de dados como guia para a gestão e para a atividade-fim e a democratização das informações para as equipes das Promotorias de Justiça são atestados pelo Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Promotor de Justiça Alexandre Estefani. “Nesses últimos dois anos, a Administração Superior tentou deixar esses dados mais fáceis, transparentes, acessíveis para o corpo técnico das Promotorias de Justiça e assessorias. Por isso, se buscou ampliar o acesso a painéis de dados, que eram restritos a membros, para toda a equipe das Promotorias de Justiça. Assim foi ampliada a utilização desses dados e melhoramos a atividade finalística da instituição”.
Estefani explica também que além da ampliação de acesso, os painéis ficaram mais simples, de fácil compreensão. “A democratização, a facilitação de acesso e mais transparência vão continuar seguindo. Isso culminou inclusive com a nova Subprocuradoria para Assuntos em Inovação, que vai poder trabalhar com mais afinco o MP em Dados e vai dar a real noção da importância dessa ferramenta. A Subprocuradoria dará continuidade nessa caminhada para poderemos cada vez mais apresentarmos melhores resultados usando de dados técnicos, da tecnologia e da informática”, salienta.
Mais de uma década inovando
A inserção de ferramentas de dados voltadas para auxiliar na gestão do MPSC e na execução de sua atividade-fim teve início ainda em 2011, quando a instituição passou a incorporar essas tecnologias não apenas para uso próprio, mas em formato de parceria com outros órgãos públicos de Santa Catarina, ajudando a criar uma cultura de transparência, agilidade e modernização, como explica o Procurador-Geral de Justiça da época, Lio Marcos Marin. “Fizemos um levantamento estratégico para detectar potencialidades e dificuldades do MP e uma das necessidades era a compilação de dados, o trabalho com informações. Começamos a organizar os dados referentes às questões administrativas e isso trouxe um bom resultado nas atividades diárias. Então percebemos que na nossa atividade-fim precisaríamos de mais informações, mais elementos. Foi daí que partiu a ideia de fornecermos informações para que os Promotores de Justiça pudessem melhor exercer o ofício deles. Verificamos que precisávamos de informações de secretarias e outros órgãos e que eram acessíveis ao MP, mas que para conseguirmos dependíamos de uma série de ofícios e requisições e isso levava tempo. Então partimos para um trabalho de parceria: dizemos convênios, termos de cooperação com diversos órgãos para que nós tivéssemos esses elementos nos quais trabalharíamos e disponibilizaríamos, depois de organizados, para esses órgãos poderem trabalhar também”, conta.
Secretário-Geral do MPSC entre 2012 e 2015 e Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos entre 2016 e 2019, o Promotor de Justiça Cid Luiz Ribeiro Schmitz relembra como o uso de recursos como os de Business Intelligence (BI) – que coletam, armazenam, organizam e apresentam dados para os gestores – aprimorou a administração e atuação do MPSC. “A aplicação de BI’s no MPSC foi fundamental para que nós pudéssemos ter o controle integral dessas informações administrativas e finalísticas. Depois desses BI’s, nós conseguimos avançar muito em uma gestão administrativa profissional. Começou-se a decidir em cima de questões que efetivamente representavam a necessidade de cada situação que chegava ao conhecimento dos gestores do MP, tanto na área patrimonial, financeira, orçamentária ou contratos internos. Começamos a ter o conhecimento da realidade do MP”.
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