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Imagem referente a Professora da UENP e outras cinco paranaenses são destaques de inovação do agronegócio brasileiro
Professora da UENP está entre as mulheres mais inovadoras do agronegócio brasileiro - professora Gabriela Vieira Silva -Foto: UENP/SETI

Professora da UENP e outras cinco paranaenses são destaques de inovação do agronegócio brasileiro

Doutora em Agronomia, Gabriela é responsável pela disciplina “Inovação, Desenvolvimento Tecnológico e Empreendedorismo aplicados à Agricultura”, no curso de mestrado do Programa de Pós-graduação em Agricultura......

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Por CGN

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Professora da UENP está entre as mulheres mais inovadoras do agronegócio brasileiro - professora Gabriela Vieira Silva -Foto: UENP/SETI

A professora Gabriela Vieira Silva, da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), figura em oitavo lugar na lista das 20 mulheres mais inovadoras do Brasil, na área de agtechs, um modelo de startup com foco em atividades voltadas para o agronegócio. A lista foi divulgada pela revista Forbes, publicação norte-americana de negócios e economia.

Doutora em Agronomia, Gabriela é responsável pela disciplina “Inovação, Desenvolvimento Tecnológico e Empreendedorismo aplicados à Agricultura”, no curso de mestrado do Programa de Pós-graduação em Agricultura Sustentável, no Campus Luiz Meneghel, no município de Bandeirantes.

A docente também é co-fundadora da Agribela Tecnologias Biológicas, uma empresa incubada na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Formalizada em 2016, a empresa fornece serviços de monitoramento de lavouras, além de consultoria e treinamentos em manejo biológico nas atividades produtivas do café, da soja e da cana-de-açúcar.

A startup ainda comercializa produtos que auxiliam agricultores no controle de pragas e doenças, a partir do uso de insumos biológicos baseados em ativos vivos encontrados na natureza. Sem riscos à saúde humana, esses insumos biológicos passam por processos industriais para aplicação no campo, assegurando o controle eficiente de infestações nas plantações.

“Os investimentos no desenvolvimento de novas metodologias e soluções tecnológicas proporcionam mais celeridade, assertividade e eficiência no agronegócio. Inclusive, muitas das ideias e ferramentas que surgem no mercado iniciam o desenvolvimento na comunidade acadêmica, nas instituições de ensino superior, em parceria com as instituições de pesquisa científica”, destaca a professora.

SETOR – Considerado um dos principais exportadores de alimentos no mundo, o Brasil movimentou em 2020 quase R$ 2 trilhões no segmento de agronegócios. No mesmo ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio avançou 24,3%, alcançando participação de 26,1% do PIB nacional, conforme dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo (USP) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

No Paraná, os municípios de Guarapuava, Cascavel, Tibagi e Toledo estão entre os mais ricos do agronegócio brasileiro, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base na Produção Agrícola Municipal (PAM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Valor Bruto da Produção (VBP) das lavouras permanentes e temporárias das quatro cidades somou quase R$ 27,2 bilhões no ano de 2020.

Essa cifra equivale a um quinto da produção agropecuária estadual, que registrou VBP de R$ 128,3 bilhões naquele ano, conforme a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O Paraná é o estado da Região Sul com o maior número de cidades entre as 100 mais ricas do agronegócio.

TECNOLOGIA – Nesse cenário de crescimento potencial se consolida o conceito de AgTech. Nos últimos anos, a transformação digital vem movimentando o setor Rural, a partir do desenvolvimento de novas tecnologias nos ramos agrícola e pecuário. Essas ferramentas possibilitam aumento da produtividade no campo, evitando perdas e reduzindo custos.

A agricultura de precisão vem inovando no manejo agropecuário com um conjunto de ferramentas que se baseiam em tecnologia da informação e comunicação (TIC). Tais recursos permitem o monitoramento das condições de solo e diferentes culturas de plantio e a compreensão de dados meteorológicos, o que favorece a rentabilidade e sustentabilidade das propriedades rurais.

Outros dispositivos na área de robótica e veículos aéreos não tripulados (Vant) completam a lista de inovações que auxiliam no gerenciamento agropecuário.

Outras seis mulheres do Paraná também estão na lista da Forbes:

3º lugar – Ana Carolina Clivatti Ferronato (Palotina);

6º lugar – Carla Porto da Silva (Maringá), pesquisadora da Universidade Estadual de Maringá (UEM);

10º lugar – Luiza Reck Munhoz (Toledo), médica veterinária pela UEL;

12º lugar – Mariana Silveira Bonora (Londrina), bacharela em Direito pela UEL;

17º lugar – Sheila Xavier (Londrina), doutora em Agronomia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL);

19º lugar – Tatiana Fiuza (Londrina), mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Fonte: AEN

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