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254 presos participaram do vestibular da Universidade Estadual de LondrinaFoto: DEPPEN-PARANÁ

254 presos participaram do vestibular da Universidade Estadual de Londrina

Segundo o diretor do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen), Francisco Caricati, 102 presos cursam o ensino superior no Paraná. “Nosso objetivo é fazer com......

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Por CGN

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254 presos participaram do vestibular da Universidade Estadual de LondrinaFoto: DEPPEN-PARANÁ

No total, 254 presos prestaram o vestibular da Universidade Estadual de Londrina (UEL) neste domingo (6). As provas foram aplicadas dentro das unidades da região nas quais estão custodiados. Desde 2013, o sistema prisional participa do processo seletivo. Hoje, 39 detentos cursam o ensino superior no município, sendo 18 deles na UEL.

Segundo o diretor do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen), Francisco Caricati, 102 presos cursam o ensino superior no Paraná. “Nosso objetivo é fazer com que a pessoa que por algum motivo deu entrada no sistema penitenciário saia em condições de reestabelecer sua vida em sociedade, muito mais qualificada”, explicou.

A unidade com o maior número de presos inscritos no vestibular da UEL é a Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) com 100 participantes, seguida da unidade 2 – a Penitenciária de Londrina (PEL2) – com 95 inscritos. Também participaram do processo seletivo presos da Casa de Custódia de Londrina (23), do Centro de Reintegração Social de Londrina (20) e do Escritório Social (16). 

O coordenador regional do Deppen, Reginaldo Peixoto, explica que, antes da pandemia, os presos participavam de cursos preparatórios para o vestibular, oferecidos em parceria com a própria UEL e com o Conselho da Comunidade, que auxiliava na compra dos materiais didáticos. Com o distanciamento social foi preciso adaptar os estudos e levá-lo para dentro das celas. 

Peixoto destaca ainda que os detentos que adentram o ensino superior apresentam uma taxa de reincidência menor. “Cerca de 200 presos em Londrina já tiveram a oportunidade de cursar a graduação e notamos que a taxa de retorno ao sistema prisional não chega a 3%, muito diferente daqueles que não participam de projetos de reinserção”, afirma o coordenador. 

Após aprovados no vestibular, os presos são avaliados pelas Comissões Técnicas de Classificação (CTC) das unidades penais e, em seguida, necessitam de autorização judicial para iniciar o curso, que pode ser na modalidade presencial ou a distância. 

Entre os cursos procurados estão Direito, Administração, Ciência da Computação, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Medicina Veterinária, Nutrição, Serviço Social, Agronomia, Psicologia, Pedagogia, entre outros.

Fonte: AEN

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