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Imagem referente a Apucaranense comemora 22 anos de transplante de coração
Foto por TNOnline

Apucaranense comemora 22 anos de transplante de coração

"Só tenho que agradecer a Deus, aos médicos, à minha esposa Cleia, aos meus seis filhos, aos meus amigos, e também à família do doador, que......

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Celebrar a vida é sempre bom, mas poder comemorara mais de duas décadas de uma nova chance é uma experiência que poucas pessoas podem apreciar. Um exemplo é o apucaranense Alexandre Aparecido dos Santos, 49 anos, que há 22 anos recebeu um coração novo após descobrir uma cardiomiopatia, doença que leva a inflamação no músculo do órgão.

“Só tenho que agradecer a Deus, aos médicos, à minha esposa Cleia, aos meus seis filhos, aos meus amigos, e também à família do doador, que mesmo em um momento triste, conseguiu salvar outras vidas, assim como a minha. Hoje levo uma vida normal e sou muito grato por ter sido agraciado com essa nova chance. Eu nasci de novo”, comemora o apucaranense, que foi diagnosticado com a doença cardíaca quando tinha 24 anos, após sentir uma falta de ar. 

Apesar de ter uma rotina normal, Alexandre precisa tomar alguns remédios todos os dias e cuidar do órgão recebido, assim como todas as pessoas. “Todos os medicamentos são para o resto da vida, principalmente o anti rejeição, mesmo que o órgão seja compatível com o organismo. Porém, isso é o de menos para quem teve essa nova chance”, esclarece. 

Na época, em meados de 1999, Alexandre procurou alguns médicos, mas quem descobriu o problema foi o cardiologista Mateus Dias Moura, de Apucarana, que logo o encaminhou para Londrina, onde o transplante foi realizado em fevereiro de 2000. “Ele me ajudou muito. Eu fiquei cerca de um ano em tratamento, mas chegou um momento que não teve mais jeito: ou recebia um coração novo ou morria. Fomos atrás então da cirurgia e de um doador”, recorda.

A família do doador do coração do apucaranense, que antes trabalhava com serviços gerais, é de Maria Helena, uma cidade com quase seis mil habitantes, localizada na região de Umuarama, no Paraná. “Conheço toda a família e são pessoas muito boas, que me ajudaram em um momento muito triste das vida delas. Eu renasci graças a eles”, diz. 

Matéria escrita por Fernanda Neme. 

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