CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!

Servidores e Município de Camboriú selam acordo para retorno às aulas

O acordo foi selado em uma audiência  acompanhada pela 26ª Procuradoria de Justiça Cível do MPSC. A Procuradora de Justiça Eliana Volcato Nunes explica que a......

Publicado em

Por Ministério Público de Santa Catarina

Publicidade

O Município de Camboriú e o sindicato dos servidores públicos municipais vinculados ao setor da educação selaram um acordo para encerrar a greve nas escolas da rede municipal de ensino em audiência da qual o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) participou ativamente nesta manhã (25/2). A greve afetava 86,73% dos alunos matriculados na rede municipal de ensino.

O acordo foi selado em uma audiência  acompanhada pela 26ª Procuradoria de Justiça Cível do MPSC. A Procuradora de Justiça Eliana Volcato Nunes explica que a audiência buscava justamente que o município e os servidores da educação estabelecessem negociações visando à solução da greve, que deixou os alunos da rede municipal sem aulas desde o dia 10 de fevereiro. O pedido dos grevistas é pelo reajuste na carreira do magistério.

“O MPSC estava lá para defender a educação das crianças que já tinham sofrido a perda de qualidade advinda da pandemia e também a população, os pais em geral e especialmente as mulheres, que são as primeiras que perdem o emprego no momento em que têm que ficar em casa para cuidar dos filhos porque não tem escola”, explica a Procuradora de Justiça.

Na terça-feira (22/3), a Justiça reconheceu a ilegalidade e abusividade da greve e determinou que as atividades paralisadas e que impactem diretamente a educação de Camboriú sejam integralmente restabelecidas. De acordo com a decisão liminar do juiz Odson Cardoso Filho, os serviços públicos essenciais devem ser mantidos em uma greve desde que a paralisação não afete a continuidade do serviço quando este for essencial.

Além do retorno às aulas, ficaram acordados na audiência de conciliação o compromisso da reposição das aulas e a destinação dos valores de multa ao Fundo para Reconstituição de Bens Lesados (FRBL), visto que a greve foi considerada abusiva e ilegal, somado ao descumprimento da liminar que determinava a volta às aulas. O valor final da multa é de 25 parcelas de R$ 2 mil, com vencimento da primeira parcela em 10 de abril.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN