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Imagem referente a Rede municipal de ensino volta às atividades 100% presenciais na quinta-feira (3)
Secretários municipais de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, e de Saúde, Felippe Machado. Foto: Vivian Honorato - N.Com

Rede municipal de ensino volta às atividades 100% presenciais na quinta-feira (3)

Desde o início do ano letivo, em 7 de fevereiro, cerca de 98% das famílias de crianças já optaram pela adesão ao sistema presencial, que é......

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Por Prefeitura de Londrina

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Imagem referente a Rede municipal de ensino volta às atividades 100% presenciais na quinta-feira (3)
Secretários municipais de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, e de Saúde, Felippe Machado. Foto: Vivian Honorato - N.Com

A partir da próxima quinta-feira (3), após o recesso de Carnaval, todos os alunos das escolas e creches municipais que não possuam comorbidades ou restrições médicas deverão retornar ao ensino presencial. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (25), em entrevista coletiva realizada na sede da Secretaria Municipal de Educação (SME), com a presença dos secretários municipais de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, e de Saúde, Felippe Machado.

Desde o início do ano letivo, em 7 de fevereiro, cerca de 98% das famílias de crianças já optaram pela adesão ao sistema presencial, que é facultativa até o fim deste mês. Durante a coletiva, as autoridades destacaram que o cenário epidemiológico é propício para o retorno, salientando que a incidência de casos de Covid-19 nas unidades da rede municipal de ensino é consideravelmente mais baixa do que a do município em geral.

“Enquanto que, em fevereiro de 2022, 15.119 casos positivos foram confirmados em Londrina, o que equivale a 2,65% da população da cidade, o total de casos na rede municipal de ensino foi de 425 para uma população de 51 mil pessoas, entre alunos e servidores. Isso equivale a 0,83% dessa população, e é importante ressaltar que todos os casos positivados tiveram origem fora das escolas e creches, não tendo ocorrido transmissão nas unidades de ensino”, afirmou a secretária municipal de Educação.

Foto: Vivian Honorato – N.Com

Moraes também frisou que nenhuma escola precisou ser fechada devido à incidência de casos positivos, e que somente oito turmas, dentre as 2.311 que integram a rede, foram suspensas em fevereiro. “Nessas três semanas de volta às aulas, observamos que as crianças têm usado as máscaras e respeitado as demais normas de proteção. Caso um aluno teste positivo ou apresente sintomas respiratórios, ficará afastado durante o período indicado pelo médico e fará as tarefas em casa, tendo atividades de reposição posteriormente. Essas regras têm sido obedecidas pelas famílias, que devem sempre avisar aos professores caso a criança tenha algum sintoma”, pontuou.

O secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, salientou que a pasta tem acompanhado de perto os números relativos à rede municipal de ensino, e frisou que essa colaboração continuará. “Até o momento, quase 20 mil crianças já foram vacinadas em Londrina, o que fornece uma proteção importante para elas. Isso se soma às segundas e terceiras doses que já foram aplicadas nos professores, servidores da rede municipal de ensino e membros das famílias dos alunos”, destacou.

Plano de Biossegurança – Para garantir a segurança das crianças, cada unidade elaborou seu próprio Plano de Biossegurança, que fornece orientações e diretrizes relativas à prevenção da transmissão do novo coronavírus. O planejamento inclui detalhes como procedimentos específicos para a entrada e saída dos estudantes e o horário do lanche, de forma a evitar aglomerações.

Além disso, como determinado pela Secretaria de Educação, o uso de máscaras de proteção é obrigatório para alunos acima de dois anos, professores e demais servidores que atuam nas creches e escolas, e cada local deve disponibilizar álcool em gel para as crianças.

Reforço escolar – Com o objetivo de auxiliar as crianças que apresentam atrasos ou dificuldades de aprendizado relacionadas ao período em que estiveram no ensino remoto, a SME conduzirá, a partir de março, um grande programa de recomposição de aprendizagem.

Segundo a secretária municipal de Educação, a iniciativa é indicada por especialistas que analisaram países que se recuperaram de situações graves, como guerras, e utilizaram estratégias semelhantes. “Mapeamos todos os alunos e as escolas vão trabalhar de forma diferenciada, respeitando as características individuais e necessidades de cada criança”, disse.

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