
Moradores do prédio alertaram em grupo de Whatsapp que ‘procurado’ teria sido visto nas imediações
Segundo as informações, ela saía do plantão no HUOP, hoje pela manhã, quando ficou sabendo do fato....
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Por Fábio Wronski

Uma das moradoras do prédio onde uma mulher é mantida refém, na manhã desta quinta-feira (24), conversou com a imprensa, dando detalhes das informações que conseguiu levantar sobre a movimentação interna.
Segundo as informações, ela saía do plantão no HUOP, hoje pela manhã, quando ficou sabendo do fato.
Em mensagens no grupo de Whatsapp do condomínio, alguns dos moradores já teriam realizado o alerta que o homem estava nas proximidades. Mais tarde, ele conseguiu entrar na casa e fez a mulher refém. Veja o relato.
Uma familiar fisioterapeuta segue dentro do apartamento, isolada, e ambas conversam pelo Whatsapp. Esta pessoa afirmou que está tudo silencioso no imóvel e é apenas notada as conversas entre policiais e o homem.
A vítima, conforme à PM, está com a faca no pescoço, em constante ameaça pelo companheiro, o qual saiu da cadeia há pouco tempo.
A refém também é trabalhadora do HUOP e a vizinha relatou que ambas conversam durante o cotidiano e não havia notado nenhuma preocupação da colega de trabalho.
Os policiais seguem em negociação com o homem, o qual mantém a faca no pescoço da vítima. A equipe do BOPE de Curitiba também foi acionada para intervir nas negociações.
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