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Bolsas de NY fecham mistas, com mercado de olho em dados, Ucrânia e ata do Fed

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,16%, em 34.934,27 pontos, o S&P 500 avançou 0,09%, a 4.475,01 pontos, e o Nasdaq perdeu 0,11%, a...

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Por Agência Estado

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As bolsas de Nova York fecharam mistas nesta quarta-feira, 16. O mercado monitorou o desenrolar da crise envolvendo Rússia e Ucrânia e os dados de vendas no varejo e da produção industrial de janeiro dos Estados Unidos. Além disso, a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) também esteve no radar.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,16%, em 34.934,27 pontos, o S&P 500 avançou 0,09%, a 4.475,01 pontos, e o Nasdaq perdeu 0,11%, a 14.124,09 pontos.

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, reiterou que a Rússia continua a aumentar a presença militar perto da fronteira com a Ucrânia. Além disso, o secretário de Estado americano, Anthony Blinken, afirmou que não há evidências até agora de que a Rússia desmobilizou tropas. As declarações mexeram com o mercado, fazendo com que os índices americanos ampliassem quedas.

Depois, as bolsas de Nova York ganharam fôlego após a publicação da ata da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). De acordo com a ata, a expectativa pelo mercado da data para aumento nas taxas de juros pelo Fed foi antecipada, e uma elevação na reunião de março da autoridade foi precificada.

A Capital Economics considera, ao avaliar a ata, que nada no documento sugere que a ala mais hawkish é a majoritária entre os dirigentes. Em relatório a clientes, a consultoria diz que os dirigentes não parecem levar a sério a chance de uma alta de 50 pontos-base no início do ciclo de aperto, nem de uma alta a cada reunião até o fim deste ano. As apostas para alta de juros básicos pelo Federal Reserve (Fed) em 25 pontos-base na próxima reunião de política monetária, em março, voltaram a ser majoritárias, de acordo com levantamento feito pelo CME Group.

Para o analista Eduardo Moya, da Oanda, as ações dos EUA apagaram as perdas de mais cedo e melhoraram após a ata mostrar que os formuladores de políticas não estavam mais perto de sinalizar um aperto agressivo na política. No entanto, segundo ele, a aversão ao risco retornou à medida que as tensões geopolíticas continuaram a ser o ponto focal, já que nenhum fato confirmado foi capaz de reduzir as preocupações com as tensões entre Rússia e Ucrânia.

Além disso, para Moya, os investidores ficaram agradavelmente surpresos com o relatório de vendas no varejo de hoje. As vendas no varejo dos Estados Unidos cresceram 3,8% em janeiro ante dezembro, para US$ 649,8 bilhões. O resultado veio bem acima da previsão de analistas.

Ações de energia subiram diante da alta do petróleo, com Chevron (+0,03%) e Exxon (+0,46%). Por outro lado, papéis de tecnologia caíram, como Apple (-0,14%) e Microsoft (-0,12%). No setor de serviços de comunicação, Meta teve baixa de 2,02%.

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