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Imagem referente a Grupo pede que ensino integral seja opcional em Ponta Grossa
Aulas retornaram na rede municipal de ensino em 8 de fevereiro. Foto: Divulgação/PMPG.

Grupo pede que ensino integral seja opcional em Ponta Grossa

Mobilização criou abaixo-assinado, que foi entregue à secretária de Educação na última sexta-feira (11)...

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Por CGN 1

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Imagem referente a Grupo pede que ensino integral seja opcional em Ponta Grossa
Aulas retornaram na rede municipal de ensino em 8 de fevereiro. Foto: Divulgação/PMPG.

As aulas presenciais retornaram na rede municipal de ensino de Ponta Grossa na última semana, em 8 de fevereiro. Segundo a Prefeitura Municipal (PMPG), 32 mil estudantes voltaram aos estudos – alguns deles, a primeira vez presencialmente desde o início da pandemia da covid-19, em 2020. Apesar desse retorno, caracterizado como ‘tranquilo’ pelo Poder Executivo, um grupo tem se mobilizado, solicitando que o ensino integral não seja obrigatório em Ponta Grossa, mas, sim, opcional. Um abaixo-assinado foi entregue à secretária da Secretaria Municipal de Educação (SME), Simone Neves Pereira, na última sexta-feira (11). Aproximadamente 1,4 mil assinaturas fazem a reivindicação.

O material, que também é direcionado ao Núcleo Regional de Educação de Ponta Grossa (NRE), fala que o Plano Municipal de Educação deve “abranger 100% da rede municipal de ensino. É uma excelente notícia para os pais que trabalham, estudam ou estão em situação de vulnerabilidade e precisam que os filhos passem o dia todo na escola. Mas esta não é a realidade de todas as famílias”, explica a mobilização. Além disso, ela fala que “uma boa educação não se faz apenas com um bom currículo escolar. Valores familiares, religiosos, o bem-estar físico, psicológico e a convivência familiar são tão importantes quanto uma boa qualidade na educação”, comentam os responsáveis pelo movimento.

Em entrevista recente para o Portal aRede, a secretária de Educação explicou que existem escolas e CMEIs que oferecem as duas modalidades de ensino. “Nós temos que entender que educação trabalha com Política de Educação e a escola de tempo integral não é Política de Assistência Social”, argumentou. “Está tirando (o responsável pelo aluno) o direito da criança de ter esse atendimento a mais na carga horária da escola”, complementou a professora. “Temos que sentir orgulho de Ponta Grossa investir no ensino integral”, acrescentou.

Mesmo que existam esses espaços, a mobilização afirma que “as escolas e os CMEIs não conseguem atender a demanda de própria região e recusam a aceitar matrícula de alunos que moram em outros bairros. Tornando esta opção inviável até mesmo para aqueles pais que teriam a possibilidade de levar o seu filho a uma escola distante da residência”, alertam os organizadores. Mesmo assim, a secretária de Ponta Grossa afirma que “uma das portas para melhorar a aprendizagem, a qualidade, é a escola de tempo integral”, ressaltou.

Saúde

Por fim, os responsáveis pelos alunos ressaltam que a saúde dos estudantes têm ficado debilitada com o ensino integral. “Muitos pais estão vendo seus filhos terem crises pelo fato de serem obrigados a ficar o dia todo na escola ou CMEI. É fundamental para um bom desenvolvimento humano o convívio familiar e a obrigatoriedade está tirando o direito de muito pais acompanharem o desenvolvimento de seus próprios filhos. Não podemos aceitar, cada família tem uma realidade diferente e deve ser atendida de acordo com as suas necessidades”, finalizam.

A fala da secretária de Educação está disponível no vídeo abaixo:

Leia a Matéria completa no site A Rede

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