
Izaías propõe ação civil para quebra de contrato do EstaR
Relatório final apresentado pela CPI da Cidatec, em 2021, apresentou irregularidades nos contratos do Estacionamento Regulamentado de Ponta Grossa...
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Por CGN 1

Em 16 de setembro de 2021, os vereadores que fizeram parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Cidatec apresentaram um relatório pedindo que a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG) encerrasse o contrato com a empresa responsável pelo Estacionamento Regulamentado (EstaR Digital) da cidade, além de iniciar uma nova licitação para o serviço. Entretanto, a indicação acabou não sendo aceita pelo Poder Executivo, que acabou, dias antes da entrega do relatório, renovando o contrato com a Cidatec Tecnologia e Sistema Ltda.
Por conta dessa falta de resposta da Prefeitura, o parlamentar Izaías Salustiano (PSB), que foi o presidente da ‘CPI da Cidatec’, está estudando a possibilidade de mover uma ação civil pública, “com o objetivo de requerer que seja judicialmente declarado como nulo todos os contratos firmados com a empresa Cidatec, e consequentemente seja determinado o ressarcimento dos cofres públicos” do Município, disse durante entrevista ao Portal aRede na última segunda-feira (7).
De acordo com o parlamentar, o relatório final da CPI mostrou que houve, “de fato, fraude e direcionamento em licitação. Entendo que ocorreu um prejuízo enorme, não só financeiro, como na imagem da cidade, do Legislativo e do Executivo. Essa situação não pode perdurar”, explicou o vereador ponta-grossense, lembrando que o documento foi encaminhado ao Poder Executivo, ao Ministério Público do Estado do Paraná (MP/PR), ao presidente do Poder Legislativo e ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que segue realizando as investigações, com o auxílio do relatório final.
Fim da AMTT
Ainda durante a entrevista, Izaías falou sobre o fim da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte de Ponta Grossa – uma Reforma Administrativa foi aprovada e ele foi contra a extinção da AMTT. “As justificativas apresentadas no projeto de lei não eram respaldadas em nenhum estudo técnico. Somente uma autarquia especializada pode prestar um serviço de qualidade. E hoje, nós já estamos vendo prejuízos. Se quer sabemos quem é o responsável pela engenharia de trânsito de Ponta Grossa. Os encaminhamentos feitos pela comunidade estão com dificuldades de serem atendidos. Qual a economia que se justifique um trânsito que seja eficiente, bem sinalizado, que resulte na redução no número de acidentes? Dinheiro público tem que ser bem investido”, questionou o parlamentar.
O bate-papo na íntegra está disponível clicando no vídeo abaixo:
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