
Juíza inspeciona Andorinhas e Parque dos Sabiás
Magistrada diz que questão é sensível por envolver famílias e moradia popular. Inspeção ajudará o Judiciário a decidir sobre processos de reintegração e interdito proibitório...
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Por CGN 1

A juíza titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Ponta Grossa, Jurema Carolina da Silveira Gomes, analisa dois processos impetrados pelo Município de Ponta Grossa e pela Companhia Pontagrossense de Habitação (Prolar), que versam sobre a ocupação Ericson Jhon Duarte, no Conjunto Andorinhas, na região do Núcleo Pitangui, e de interdito proibitório para impedir a invasão de uma área existente às margens da Rua Siqueira Campos, nas proximidades do Parque dos Sabiás, em Uvaranas.
Desde a manhã deste sexta-feira (11), equipes e viaturas da Polícia Militar e da Guarda Municipal estão posicionadas no Parque dos Sabiás para impedir a ocupação. À tarde, a juíza esteve no local e concedeu entrevista ao Portal aRede, explicando as ações na Justiça. ‘Como é uma questão muito sensível, social, envolvendo famílias e moradia popular, eu marquei essa inspeção judicial para analisar presencialmente a situação destes terrenos e verificar quantas famílias têm’. A magistrada não quer tomar uma decisão apenas com base nos documentos juntados nos autos. ‘Essa inspeção vai me subsidiar para decidir em relação à reintegração e interdito proibitório’, comenta. A juíza Poliana Maria Cremasco Fagundes Cunha Wojciechowski acompanhou a comitiva do Judiciário.
Coordenador da Frente Nacional de Luta Campo de Cidade Terra, moradia, trabalho e liberdade, advogado Leandro Dias disse que, a partir da realização das duas inspeções, deve-se aguardar a decisão da Justiça no que se refere ao prosseguimento dos processos. Elas (as juízas) foram ao Andorinhas, fizeram a inspeção, ouviram a gente, conheceram a nossa realidade e conheceram como que funciona o acampamento Erickson. Na sequência foram para o Parque dos Sabiás. Olharam a área e perguntaram para a gente a realidade do terreno. Nós explicamos que têm três realidades: particulares têm terrenos, supostamente a Cohapar e um pedaço é da Prolar. Nossa equipe jurídica e a nossa assistência técnica nos acompanharam. Agora vai ter audiência. Já peticionamos nos autos fazendo alguns quesitos’, ressalta.
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