
Comércio de PG teve alta nas vendas em 2021
Faturamento no acumulado do ano, entre janeiro e novembro de 2021, apresenta alta de 3,67%, em relação ao período em 2020...
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Por CGN 1
As vendas do comércio ponta-grossense mantiveram-se em alta no decorrer de 2021. No acumulado do ano, entre os meses de janeiro a novembro, o faturamento do comércio varejista teve alta de 3,67%, na comparação com o acumulado registrado em 2020. Trata-se de um desempenho não apenas superior à média de 2020, momento que toda economia estadual sofreu devido aos impactos da covid, mas também houve alta em comparação com 2019, afinal, as vendas de 2020 foram apenas 1,5% inferiores às registradas em 2019. Todos esses números são deflacionados, segundo a metodologia desta pesquisa, a Conjuntural do Comércio, realizada mensalmente pela Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio).
No acumulado do ano, todas as seis regiões avaliadas do Paraná na pesquisa estão com incremento nas vendas e no faturamento – a média estadual, inclusive, está positiva em 8,23%. No ano anterior (2020), ao contrário, neste período a média estadual era negativa em 5,32%, com retrações em todas as regiões – a menor queda era da região de Ponta Grossa. Já em 2021, as vendas de Ponta Grossa têm o menor crescimento entre as seis regiões– o que é explicado justamente pela menor queda em 2020.
Na comparação mensal, de novembro de 2021 com novembro de 2020, as vendas caíram em Ponta Grossa, em retração de 4,25%. Foi o segundo pior desempenho entre as seis regiões do estado, apenas melhor que Maringá, onde a baixa foi de 6,6%. A média estadual foi retração de 1,75% – a única região com desempenho positivo foi a sudoeste, onde houve alta de 3,5%.
No acumulado do ano, entre as 10 áreas do comércio avaliadas, apenas duas estão negativas em Ponta Grossa. Os melhores desempenhos foram dos setores de autopeças (25,1%), concessionárias de veículos (24,11%) e cine/ótica/foto/som (11,9%). Também ficaram positivadas farmácias, vestuário e tecidos, combustíveis, livraria e papelaria, e supermercados. As únicas quedas nas vendas são de lojas de departamentos, com -3,22%, e materiais de construção, com 1,95%. Já na avaliação mensal entre novembros, há seis setores com alta (vestuário e tecidos, cine/ótica/foto/som, combustíveis, livraria e papelaria, autopeças, farmácias) e quatro em baixa (concessionárias de veículos, materiais de construção, lojas de departamentos e supermercados).
Queda em novembro foi geral
De acordo com a pesquisa da Fecomércio, a retração em novembro no estado do Paraná, ocorre após seis meses de altas consecutivas. Segundo a publicação, “essa redução na variação mensal se deve ao fato de que outubro superou as expectativas, com crescimento de 9,81% ante setembro, por conta, principalmente, do Dia das Crianças. Já em novembro, a Black Friday não teve o desempenho esperado e o mês teve menos dias úteis para o funcionamento das lojas”. Além disso, explica a publicação, houve a redução do auxílio emergencial e a alta no preço dos alimentos por causa do aumento da inflação – de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), a inflação de produtos alimentícios para consumo doméstico subiu 3,3% e foi a maior para um mês de novembro desde 2002 (+6,7%).
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