CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!
Imagem referente a Líder do governo quer priorizar infraestrutura, agronegócio, ensino domiciliar e armas em 2022
Billy Boss/Câmara dos Deputados

Líder do governo quer priorizar infraestrutura, agronegócio, ensino domiciliar e armas em 2022

“Vamos buscar aprovar aquilo que o presidente [Jair Bolsonaro] gostaria que fosse aprovado. Tem a pauta de costumes, que está nas prioridades do governo, tem a......

Publicado em

Por Agência Câmara

Publicidade
Imagem referente a Líder do governo quer priorizar infraestrutura, agronegócio, ensino domiciliar e armas em 2022
Billy Boss/Câmara dos Deputados

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que o foco da bancada governista em 2022 será aprovar propostas nas áreas de infraestrutura, do agronegócio e itens da chamada pauta de costumes, como o ensino domiciliar e a liberação de armas.

“Vamos buscar aprovar aquilo que o presidente [Jair Bolsonaro] gostaria que fosse aprovado. Tem a pauta de costumes, que está nas prioridades do governo, tem a modernização do setor elétrico, tem licenciamento ambiental, regularização fundiária e defensivos agrícolas, que são matérias do agronegócio, que é a grande locomotiva de desenvolvimento do Brasil”, afirmou Barros, em entrevista à TV Câmara logo após a cerimônia de abertura do ano legislativo.

Ele destacou ainda o apelo de Bolsonaro para que o Congresso aprove a redução de tributos federais sobre o óleo diesel. “Vamos avançar nessa direção”.

Temas vetados
O líder do governo também comentou a intenção de trabalhar pela não aprovação de temas que Bolsonaro não gostaria de ver analisados neste ano, como a revisão da reforma trabalhista e projetos de regulação da mídia.

“É um posicionamento politico. Trabalharei para que essa matérias não sejam aprovadas aqui, buscando apoio dos demais líderes partidários”, destacou.

Perguntado sobre a possibilidade de votação na Câmara do Projeto de Lei das Fake News, o líder do governo afirmou que a Casa deverá votar um projeto sobre o tema, mas ressaltou a preocupação do presidente com o direito de se expressar na internet.

“Nós vamos votar um projeto que trata disso, mas o desejo do presidente é que isso não cerceie o direito de opinião das pessoas. Ele se coloca na posição de quem precisa das redes sociais para levar a sua mensagem para os seus eleitores”, afirmou.

Ativismo do Judiciário
Ao comentar a liberdade de expressão nas redes sociais, Barros criticou o que chamou de ativismo político do judiciário.

“Esse combate às redes sociais, bloqueio de contas, é ativismo político do judiciário, que tem que ser combatido de foram veemente. O judiciário não pode se posicionar politicamente para prejudicar esse ou aquele candidato.”

Por fim, Barros ponderou que, embora complexo, o tema da reforma tributária pode ser sim analisado pelo Congresso neste ano, que inclui eleições gerais em outubro.

“É muito complexo, mas podemos avançar. [O presidente do Senado, Rodrigo] Pacheco disse que vota PEC 110/19, do Senado. Se ele vota, a Câmara vota também”, concluiu.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN