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Permissionários do Mercado Municipal participam de ação contra o desperdício de alimentos

Desde 2017, a Prefeitura de Curitiba tem desenvolvido várias ações para reduzir o desperdício e a fome na capital. Cursos de Educação Alimentar e Nutricional são......

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Por CGN

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Nesta quarta-feira (26/1), os permissionários do Mercado Municipal de Curitiba participaram de uma palestra com orientações sobre a separação e destinação correta dos alimentos que perderam valor comercial, mas que podem ser aproveitados para o consumo humano. A ação fez parte do projeto de redução de desperdício de alimentos em Curitiba e que já vem fazendo parte da rotina de feirantes, funcionários dos Sacolões e Armazéns da Família e mercados públicos da cidade.

Desde 2017, a Prefeitura de Curitiba tem desenvolvido várias ações para reduzir o desperdício e a fome na capital. Cursos de Educação Alimentar e Nutricional são ofertados gratuitamente em espaços públicos, como Ruas da Cidadania, escolas, feiras, Armazéns da Família, Sacolões da Família, Mercado Municipal e até em praças e hortas urbanas. As aulas ocorrem na unidade móvel da SMSAN e também na Fazenda Urbana de Curitiba, no Cajuru.

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Roberto Ribeiro, 50 anos, vendedor na Banca da Julia, que comercializa Hortifrútis no Mercado, aprovou a ação e afirmou que realizarão a separação de alimentos diariamente. “O que nos mostraram hoje, sobre essa situação de crise e fome chamou atenção. Não tem como não se sensibilizar”, disse ele.

Em dois anos, a fome avançou para mais 9 milhões de pessoas. Um levantamento realizado em dezembro de 2020 pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), mostrou que 19,1 milhões de cidadãos (9% da população brasileira) estão em insegurança alimentar. A pesquisa foi feita em 2.180 domicílios das cinco regiões do Brasil.

O diretor do departamento de Operação Agroalimentar da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), Eliseu Alves Maciel, destacou que uma destinação correta desses alimentos pode ajudar muitas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade. “A ideia é sensibilizar esses comerciantes a separar para doação o que já não se pode mais vender. Assim será possível repassar esses insumos por meio do nosso banco de alimentos para instituições que farão a manipulação para transformar em refeições para os mais necessitados”, afirmou. 

Mobilização

Criado em 2020 para reduzir os impactos da pandemia na população mais carente da capital, o Banco de Alimentos de Curitiba agora é permanente e arrecada gêneros alimentícios próprios para o consumo humano, porém, que perderam o valor comercial (têm algum tipo de “machucadinho”). São gêneros alimentícios dos Armazéns da Família, alimentos colhidos da Fazenda Urbana e as chamadas “xepas” de feiras, Sacolões da Família, Mercado Municipal, Mercado Regional Cajuru e da iniciativa privada que são destinadas a instituições parceiras do município no Mesa Solidária.

No ano passado o Banco de Alimentos mobilizou a sociedade em apoio ao projeto Mesa Solidária. Feiras, Sacolões, Mercado Regional Cajuru, Mercado Municipal e Armazéns da Família destinaram 85.539 toneladas em alimentos sem valor comercial, mas próprios para consumo. Já a Fazenda Urbana repassou 1,4 tonelada de hortaliças e legumes de seus canteiros.

Em dezembro, a Prefeitura lançou o edital de patrocínio para arrecadação de alimentos para que o Banco de Alimentos destine insumos para o Mesa Solidária em 2022. A meta é angariar insumos para produção de refeições pelo período de oito meses, que seriam suficientes para o preparo de mais de 2 milhões de almoços e jantares.

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