Grande SP termina o ano de 2021 com redução nos casos de homicídios e latrocínios
A região metropolitana de São Paulo terminou o ano de 2021 com redução nos casos e vítimas de homicídios dolosos e nas ocorrências de latrocínios. A......
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A região metropolitana de São Paulo terminou o ano de 2021 com redução nos casos e vítimas de homicídios dolosos e nas ocorrências de latrocínios. A quantidade de vítimas de roubos seguidos de morte permaneceu estável, assim como o número de boletins de roubos a banco e de extorsões mediante sequestro. Pela primeira vez, desde 2001, as taxas de mortes intencionais ficaram abaixo de 6. A quantidade de prisões e armas de fogo ilegais apreendidas aumentou.
No ano passado, os casos e vítimas de homicídios dolosos recuaram 22% e 21,4%, respectivamente, se comparados a 2020. O primeiro indicador passou de 642 para 501 e o segundo, de 674 para 530. Ambos os totais foram os menores da série histórica, iniciada em 2001.
Com os resultados, as taxas dos últimos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2021) caíram para 5,37 ocorrências e 5,68 vítimas para cada grupo de 100 mil habitantes. Pela primeira vez em 21 anos os índices ficaram abaixo de 6.
Nos casos de latrocínios a queda foi de 2,9%, somando 33 boletins em 2021, ante 34 em 2020. O número de vítimas desta natureza de ocorrência, por sua vez, ficou estável com 35 registros.
Em contrapartida, os estupros subiram 5,5% no período, com um total de 2.384 casos.
Outros indicadores
Em 2021, a Grande São Paulo contabilizou 2 ocorrências de roubo a banco – a mesma quantidade de 2020. O mesmo ocorreu com as extorsões mediante sequestro, que contabilizou 2 registros no ano passado, assim como no ano anterior.
Outros crimes patrimoniais, no entanto, tiveram alta.
Os furtos em geral e de veículos subiram 26,5% e 27%, respectivamente. Nos roubos de carga, em geral e de veículos, o crescimento foi de 21,3%,9,5% e 11,8%, nesta ordem.
Produtividade
O trabalho das polícias paulistas na Grande São Paulo, em 2021, permitiu aumentar a quantidade de prisões, armas de fogo ilegais apreendidas e registros de flagrantes por tráfico de entorpecentes.
O primeiro subiu 4,19%, passando de 23.572 para 24.560; o segundo teve alta de 1,98%, passando de 1.713 para 1.747; enquanto o último subiu 4,80% – de 5.646 para 5.917.
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