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Imagem referente a Mulher busca 2º emprego para custear medicamentos a filhos
ponta-grossense já trabalha pela tarde e busca uma nova oportunidade pela manhã Foto: Reprodução

Mulher busca 2º emprego para custear medicamentos a filhos

Maria Rosenilda busca uma oportunidade na Nova Rússia no período da manhã. Ela já trabalha pela tarde em Ponta Grossa e busca ampliar a renda familiar para comprar os medicamentos e ter o mínimo para a sobrevivência...

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Por CGN 1

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Imagem referente a Mulher busca 2º emprego para custear medicamentos a filhos
ponta-grossense já trabalha pela tarde e busca uma nova oportunidade pela manhã Foto: Reprodução

As dificuldades financeiras, face a inúmeros fatores, fizeram com que a ponta-grossense Maria Rosenilda Galvão Macoski, de 41 anos, buscasse ajuda da comunidade para conseguir uma nova colocação no mercado de trabalho. Mãe de três menores, sendo dois com problemas de saúde, ela trabalha no período da tarde, mas seus ganhos mensais não são suficientes para o sustento mensal, especialmente diante dos altos gastos mensais com medicamentos e hospital para os filhos. Diante disso, pede uma oportunidade de emprego na parte da manhã, para que consiga ampliar seus ganhos mensais e conseguir comprar todos os medicamentos para os filhos, e ter, pelo menos, o mínimo para a sobrevivência.

De acordo com ela, um de seus filhos, que tem epilepsia, distonia intermitente e afasia intermitente, recebia benefício do INSS, mas o mesmo foi cortado em março de 2021. Era um recurso que auxiliava na compra desses remédios controlados, e agora não possui nenhum auxílio governamental. O marido de Rosenilda também está desempregado, e para auxiliar na renda mensal está fazendo ‘bicos’ por conta, enquanto não consegue um emprego fixo.

Moradora do bairro Nova Rússia, ela, que disse ser conhecida por muitos por sua ‘luta e batalha’, solicita que a oportunidade seja no bairro, para facilitar a logística e otimizar o tempo. “Na parte da tarde eu trabalho como profissional do apoio, então na parte da manhã gostaria de um emprego em um colégio particular, como apoio, para cuidar de alunos, porque eu tenho experiência. Também busco vaga no comércio, como em alguma loja de carros, por exemplo, como zeladora”, resumiu.

Já a outra filha, de 9 anos, sofre com paralisia em um dos lados do corpo, e precisa utilizar fraldas – o que também acaba encarecendo o orçamento. “Ela tem hemiplegia alternante da infância (AHC). É uma doença rara, que não tem cura. Ela tem convulsões e duas vezes por ano precisa ir ao hospital tomar soro na veia e receber medicação”, reforçou Maria, lembrando que também tem gastos com consultas médicas, quando não consegue atendimento público.

Quem quiser auxiliar ao ofertar uma vaga de trabalho, ou sabe onde há uma oportunidade compatível às necessidades de Maria, pode entrar em contato com ela através do telefone (42) 98862-6155.

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