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Desembargadora lança obra escrita por magistradas e advogadas brasileiras e portuguesas sobre reestruturação de empresas

Junto com a juíza Giovanna Farenzena, e as advogadas Samamtha Longo e Natália Zanata, a desembargadora coordenou os estudos sobre as Leis 11.101/2005 e 14.112/2020, que...

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Por Diego Cavalcante

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A desembargadora Mônica Costa Di Piero, da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), lançou, no último dia 14, o livro “Mulheres da Insolvência”, obra produzida pelo Instituto Brasileiro da Insolvência (IBAJUD). O título é constituído por textos escritos por mulheres brasileiras e portuguesas, advogadas, administradoras judiciais, magistradas técnicas na área de reestruturação de empresas.  

Junto com a juíza Giovanna Farenzena, e as advogadas Samamtha Longo e Natália Zanata, a desembargadora coordenou os estudos sobre as Leis 11.101/2005 e 14.112/2020, que regulam a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária. 

Análises da recuperação judicial de clubes de futebol e de produtores rurais, insolvência pessoal, sucessão das dívidas nas alienações de ativos em processos de recuperação extrajudicial e planos apresentados aos credores estão entre os artigos de destaque. As coordenadoras também apresentam panoramas sobre temas contemporâneos como compliance, Lei Geral de Proteção de Dados, mediação e conciliação.  

“A origem dos textos foi um encontro virtual do IBAJUD realizado no Dia Internacional da Mulher, que agora foi materializado. O tom feminino impressionou bastante. Quando só se falava em mortes, mulheres estavam falando sobre a sobrevivência das empresas como forma de sair da crise, gerando empregos”, destaca a desembargadora Mônica Di Piero.  

Na apresentação das coordenadoras, o destaque é para a participação feminina na bibliografia sobre Direito Empresarial, contribuindo para uma sociedade mais igualitária, justa e livre de preconceitos.   

“Esta obra surge a partir do momento histórico em que mulheres comprometidas com o futuro do instituto da Insolvência no Brasil e no mundo fazem de suas vozes os ouvidos de muitos que antes subjugavam seus espaços e esforços”.  

De acordo com a desembargadora Mônica, é evidente o aumento no número de mulheres que trabalham, se especializam e se interessam pela área de recuperação judicial e insolvência desde a promulgação da Lei, em 2005. 

“Há uma nova geração pulsando por novas oportunidades no mundo e que no ramo do Direito estão literalmente fazendo acontecer com muita competência”, afirma. 

JGP/FS 

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