
Aliel pretende ir ao STF por vacinação de crianças no país
Por meio de suas redes sociais, parlamentar quer garantir a imunização do público de cinco a 11 anos contra o coronavírus...
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Por CGN 1

O deputado federal e representante de Ponta Grossa na Câmara dos Deputados, Aliel Machado Bark (PSB), se manifestou nesta terça-feira (28), por meio de suas redes sociais, indicando que irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a vacinação das crianças brasileiras contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a imunização desse público (cinco a 11 anos) deve começar em janeiro de 2022.
Segundo o parlamentar, “vamos ao Supremo para fazer com que o direito das crianças seja respeitado e a vacinação para este grupo seja permitida no Brasil”, disse. Na última segunda-feira (27), o MS emitiu a recomendação para incluir as crianças no Plano Nacional de Imunização (PNI). Além disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também aprovou o uso da vacina da Pfizer-BioNTech, em 16 de dezembro.
O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), se mostrou contrário à vacinação desse público, inclusive afirmando que não imunizará a sua filha, de 11 anos, contra o coronavírus. “Eu espero que não haja interferência do Judiciário. Espero, porque a minha filha não vai se vacinar, estou deixando bem claro. Ela tem 11 anos de idade”, disse na última segunda-feira (27).
Médicos a favor da vacinação
Em nota, a Associação Médica Brasileira (AMB) defendeu a vacinação de crianças. Segundo a entidade, a autorização da Anvisa segue os mesmos critérios de segurança e eficácia para as demais faixas etárias. Além disso, a medida reduz a transmissão do vírus. “Enfatizamos que crianças podem também serem acometidas pela Síndrome Inflamatória Multissistêmica associada ao Sars-Cov-2; desenvolverem sequelas e covid longa. Portanto, a vacinação é essencial para reduzir/evitar sofrimento, hospitalizações e mortes”, declarou a AMB.
O secretário da Secretaria de Estado do Paraná (Sesa), Beto Preto, já afirmou que o Estado não exigirá documentação, como receita médica, para a vacinação das crianças de cinco a 11 anos. Além disso, ele estima que a imunização desse público inicie em janeiro, após a liberação do Governo Federal. “As sociedades médicas de especialidades, a de pediatria, de imunologia, de infectologia, nas câmaras técnicas do próprio ministério já indicam a vacina”, lembrou o representante do Paraná.
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