CGN
Acesse aqui o Discover e busque as mais lidas por mês!

MPRJ aciona Garotinho e Rosinha por superfaturamento de R$ 87 Mi em obras

De acordo com o MP fluminense, os contratos em questão foram direcionados para beneficiar a empreiteira Odebrecht – que também é alvo da ação, assim como...

Publicado em

Por Agência Estado

Publicidade

O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou com ação por improbidade administrativa contra os ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho em razão do superfaturamento de R$ 87 milhões em obras de residências populares dos programas Morar Feliz I e II, entre 2009 e 2014, em Campos dos Goytacazes. A Promotoria aponta ainda suposto pagamento de R$ 25 milhões em propinas ao casal, antes e durante a execução dos contratos.

De acordo com o MP fluminense, os contratos em questão foram direcionados para beneficiar a empreiteira Odebrecht – que também é alvo da ação, assim como o município de Campos dos Goytacazes e outras pessoas supostamente envolvidas em irregularidades.

“Ao longo das apurações, verificou-se que o procedimento licitatório foi flagrantemente direcionado para que a Odebrecht fosse a empresa vencedora dos certames, os quais resultaram em contratações que, somadas, ultrapassavam o valor de R$ 1 bilhão em prejuízo dos cofres públicos do Município de Campos dos Goytacazes”, diz a petição inicial da ação que foi apresentada na sexta-feira, 17, à 2ª Vara Cível de Campos dos Goytacazes.

Os promotores querem que Garotinho e Rosinha, assim como os demais acionados, sejam condenados não só por improbidade administrativa, mas também a ressarcir R$ 112.566.206,25 aos cofres públicos.

O Ministério Público ainda pediu a aplicação de sanções de perda dos cargos públicos, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil, e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.

Em setembro de 2019, o casal Garotinho chegou a ser preso em investigação que mirou superfaturamento em contratos celebrados entre a Prefeitura de Campos e a Odebrecht para a construção de casas populares dos programas ‘Morar Feliz I’ e ‘Morar Feliz II’. A ofensiva foi batizada Operação Secretum Domus e se baseou em delações de dois executivos da construtora, Leandro Andrade Azevedo e Benedicto Barbosa da Silva Junior.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

AVISO
agora
Plantão CGN