
Poucos dias antes de festa de formatura, empresa de eventos ‘abandona’ formandos de sete cursos
O e-mail não é mais respondido, o telefone nem toca, endereços fixos da empresa não existe mais...
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Por Allan Machado
Irritados com a situação, 32 estudantes de sete cursos de graduação tornaram ocorrido de forma pública. A formatura estava marcada para 15 de janeiro de 2022, porém a empresa de eventos de Cascavel que iria realizar a organização da festa ‘abandonou’ os estudantes e os possíveis contatos da empresa não existem mais, assim como os endereços empresariais.
Katia Juliana Pereira é uma das 32 pessoas que foram lesadas. Segundo ela em 2019 a empresa apresentou os planos de formatura, sendo que foi analisado o contrato e fechada a parceria.
“De lá para cá pagamos boletos, mesmo em tempo de pandemia e perdemos contato um pouco com a empresa, porém com a flexibilização, fizemos reuniões online e a uma funcionária da empresa cobrou todos os estudantes para que quem não ttivesse pagando em dia, quando chegasse perto do dia da formatura não iria conseguir nem mesmo pegar os convites”, disse Katia.
Até então os graduandos acreditavam que está tudo certo, pois a empresa teria confirmado de que já tinha sido fechado contrato com salão, decoração, buffet e banda.
Mas no dia 21 de dezembro deste ano veio a surpresa com a junção de sentimentos de raiva, tristeza e impunidade.
“Recebemos notificação via e-mail que por conta da pandemia a empresa não poderia arcar com os custos e realizar a formatura; estamos sem saber o que vai acontecer, se vamos ser reembolsado já que cada aluno pagou R$ 4.300 mil, além dos custos de que pessoas já compraram roupa como vestidos e ternos, além da comunicação com amigos e familiares sobre o evento”, afirma Kátia
O e-mail não é mais respondido, o telefone, segundo Kátia não está mais ativo, endereços fixos da empresa não existe mais.
“Nós fomos atrás das respectivas empresas que teriam sido contratadas e descobrimos que não tinha sido feito contrato com nenhum deles”.
Os cursos envolvidos seriam administração, direito, educação física, terapia ocupacional, enfermagem e ciências biológicas.
Em forma de protesto eles tornaram o caso público, justamente porque se outras pessoas já tenham contrato firmado com essa empresa que corram atrás de seus direitos e que isso não ocorra com outras pessoas. A maioria dos formandos registrou boletim de ocorrência contra a empresa e aguarda um posicionamento.
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