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Imagem referente a Da Colômbia para os braços da torcida athleticana
Foto: Gustavo Oliveira/athletico.com.br

Da Colômbia para os braços da torcida athleticana

É verdade, o defensor colombiano chegou com tudo. Em pouco tempo, teve a chance que precisava e a agarrou com todas as suas forças.......

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Por Athletico PR

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Foto: Gustavo Oliveira/athletico.com.br

Pergunta rápida: há quanto tempo o zagueiro Nico Hernández está no Rubro-Negro?

É verdade, o defensor colombiano chegou com tudo. Em pouco tempo, teve a chance que precisava e a agarrou com todas as suas forças.

O jogador de 23 anos foi anunciado como reforço no dia 5 de agosto. Entrou em campo pela primeira vez no dia 26 de setembro, já no final da partida diante do Grêmio. Sim, há menos de três meses!

Mas o tempo foi o suficiente para Nico ganhar o seu espaço. As atuações seguras em jogos decisivos e o respeito demonstrado com a camisa rubro-negra rapidamente fizeram o zagueiro cair no gosto da torcida.

O camisa 2 terminou a temporada com 15 partidas disputadas pelo Furacão [13 como titular] e 1.024 minutos em campo.

Assista à retrospectiva abaixo e não deixe de ler o restante do texto: 

“Trabalhamos para isso, mas na maioria das vezes a gente não imagina tanto. A gente pede a Deus tantas coisas e muitas vezes ele dá mais do que pedimos, e tudo acontece no tempo justo. Eu vinha de um momento difícil e nunca imaginei que ia chegar em um clube tão grande e ser titular, ganhar minha posição, e títulos. É verdade que não esperava tão cedo, mas aconteceu”, destacou.

Quando desembarcou em Curitiba, Nico encontrou um clube que estava escrevendo uma temporada histórica, avançando de fases em duas copas diferentes. E logo percebeu que a camisa athleticana era especial.

“Notei que a equipe sempre tem essa atitude de sangue nos olhos, vamos com a faca entre os dentes, sempre estamos competindo. Porque tem dias que as coisas não dão certo tecnicamente, mas a atitude sempre é a mesma. A equipe que quer ganhar de nós, além de jogar bem, tem que correr muito, porque na atitude não vão nos ganhar nunca. Esse é o fator diferencial do clube, dos jogadores, é algo que já está na mentalidade de todos”, disse. 

Palavras de quem já se sente adaptado ao clube e acolhido pelos companheiros.

“O ambiente é muito bom e me ajudou muito. Creio que o título que ganhamos é um resultado de todas essas boas pessoas que temos aqui, da gente que trabalha, que todos os dias está com você no dia a dia”, afirmou. “Quero agradecer à instituição e a todos que confiaram em mim no momento em que me trouxeram. Tanto o clube como os companheiros da equipe confiaram em mim. Quero retribuir toda essa confiança, demonstrar tudo isso em campo e fora dele”, completou.

Seguir retribuindo em uma temporada que promete ser ainda mais exigente, com as disputas da CONMEBOL Libertadores e da CONMEBOL Recopa.

“O nível subiu. Temos que pensar na Libertadores. É uma competição diferente, mas temos jogadores para disputar. São jogadores que têm experiencia, que sabem jogar esse torneio. Estamos no campeonato mais forte da América do Sul e um dos principais do mundo. Obviamente temos que pensar nisso”, concluiu.

O elenco principal do Rubro-Negro retoma os trabalhos no CAT Alfredo Gottardi no dia 15 de janeiro. 

Fotos: Gustavo Oliveira/athletico.com.br

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