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Imagem referente a Polícia Civil realiza operação contra envolvidos no assassinato de investidor de criptomoedas em São Pedro da Aldeia
Fotos: Divulgação

Polícia Civil realiza operação contra envolvidos no assassinato de investidor de criptomoedas em São Pedro da Aldeia

Policiais civis da 125ª DP (São Pedro da Aldeia) realizam, neste sábado (18/12), a Operação Sarcófago com o objetivo de apurar informações e prender os integrantes......

Publicado em

Por Polícia Civil RJ

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Imagem referente a Polícia Civil realiza operação contra envolvidos no assassinato de investidor de criptomoedas em São Pedro da Aldeia
Fotos: Divulgação

Policiais civis da 125ª DP (São Pedro da Aldeia) realizam, neste sábado (18/12), a Operação Sarcófago com o objetivo de apurar informações e prender os integrantes da organização criminosa que encomendou a morte e executou o investidor de criptomoedas Wesley Pessano. Ele foi assassinado em julho deste ano, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos.

A ação é um desdobramento da Operação Pullback. Até o momento, um criminoso foi capturado e dois mandados de prisão foram cumpridos contra outros envolvidos já presos: o Faraó dos Bitcoins, detido em procedimento da Polícia Federal, e um outro homem que se encontra detido no Espírito Santo.

Com base nas investigações, juntamente com o compartilhamento de provas entre Polícia Civil, Ministério Público e Polícia Federal, os agentes concluíram o inquérito chegando ao mandante, à motivação e aos envolvidos no crime. O Faraó dos Bitcoins, motivado por interesses econômicos, montou uma organização criminosa para eliminar seus concorrentes no mercado de captação de clientes para investimentos em criptoativos.

Com a prisão de mais um integrante da quadrilha hoje, chega a 11 a quantidade de detidos acusados de participação na empreitada criminosa. Um alvo da ação, considerado braço direito do Faraó dos Bitcoins, segue foragido. Segundo as investigações, ele chegou a montar uma empresa com o irmão – capturado nesta operação –, com capital inicial de R$ 5 milhões, que prestava serviços de grupo de extermínio se passando por trabalho de inteligência, segurança e transporte de valores.

O homem tem uma ficha criminal extensa, com anotações por furto, estelionato e receptação. Em 2015, ele chegou a ser preso por matar o ex-prefeito do município de Macuco, Rogério Bianchini. Após dois anos detido, recebeu o benefício de aguardar o júri em liberdade.

Fonte: PCRJ

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