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Imagem referente a Deputados criticam ausência de ministro da Saúde em audiência sobre ômicron e passaporte vacinal
Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Deputados criticam ausência de ministro da Saúde em audiência sobre ômicron e passaporte vacinal

Para o deputado Felício Laterça (PSL-RJ), no atual cenário da pandemia, a presença de Marcelo Queiroga na Câmara era importante. “Eu quero enfatizar que eu sou base......

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Por Agência Câmara

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Imagem referente a Deputados criticam ausência de ministro da Saúde em audiência sobre ômicron e passaporte vacinal
Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Deputados de diferentes partidos, inclusive governistas, criticaram a ausência do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em reunião da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (15). Queiroga foi convidado para falar sobre a posição do governo federal a respeito do passaporte da vacina e também sobre as ações de contenção da nova variante da Covid-19, ômicron. Mas não compareceu à audiência, sob a justificativa de que havia sido convocado para uma reunião com o presidente da República.

Para o deputado Felício Laterça (PSL-RJ), no atual cenário da pandemia, a presença de Marcelo Queiroga na Câmara era importante. “Eu quero enfatizar que eu sou base do governo, mas, muitas vezes aqui, nós ficamos numa saia justa. Com a ausência do sr. ministro Queiroga, salvo engano pela segunda vez. Estamos findando os trabalhos da Comissão de Seguridade Social e Família e não temos a presença do ministro num momento tão grave, para dar os esclarecimentos que são tão necessários”, afirmou.

Críticas ao governo
Quem compareceu à audiência foi o vice-presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, Nésio Fernandes de Medeiros, que é titular da pasta no Espírito Santo. Ele criticou a ausência de uma coordenação central do governo federal no combate à pandemia. E também reforçou a importância do passaporte da vacina, por se tratar de uma ferramenta de convencimento para a população se vacinar. Nésio afirmou que a vacina ainda é a melhor arma contra o vírus.

“Nós estamos falando que uma agenda séria, robusta para cobertura plena de duas e três doses em 2022, que será capaz de fazer que o Brasil, em 2022, tenha menos de mil óbitos pela Covid-19”, disse.

Representante do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde, Hisham Hamida lembrou também que, mesmo com ampla cobertura vacinal, é preciso manter medidas como o isolamento social e o uso de máscaras. “Nós temos que entender que uma medida não exclui a outra. Não é porque estou vacinado que eu não tenho de seguir as medidas não farmacológicas e que eu não tenho que continuar com a minha programação de testagem”, disse.

Diante da ausência do ministro, deputados de diferentes partidos disseram que pretendem convocá-lo para uma reunião. Se for convocado, ele será obrigado a comparecer.

Reportagem – Silverio Rios
Edição – Roberto Seabra

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