16ª edição do Festival de Cinema Latino-Americano de SP começa em formato híbrido

O tema da edição é a celebração do protagonismo feminino na indústria cinematográfica da América Latina e Caribe. Para isso, o evento passeia por vários aspectos...

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Por Agência Estado

Começa nesta sexta-feira, 10, a 16ª edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. Novamente de forma híbrida, com parte da programação disponibilizada online e outra presencialmente no Circuito Spcine, o evento conta com um total de 38 filmes gratuitamente, entre longas e curtas.

O tema da edição é a celebração do protagonismo feminino na indústria cinematográfica da América Latina e Caribe. Para isso, o evento passeia por vários aspectos que apresentam esse olhar em suas mais diversas vertentes: direção, atuação, produção e fotografia, com filmes inéditos, debates, masterclass e uma homenagem à diretora argentina Liliana Romero.

A cerimônia de abertura, que acontece online nesta sexta às 19h, terá uma breve apresentação dos diretores e parceiros do festival. Após a cerimônia, os filmes estarão liberados nas plataformas Sesc Digital, Spcine Play e InnSaeitv, e também nas sessões presenciais, no Centro Cultural São Paulo e Spcine Roberto Santos.

Programação

As celebrações ao protagonismo feminino já aparecem em um destaques da mostra Contemporâneos, que reúne as mais recentes produções latino-americanas e caribenhas. Clarice Lispector: A Descoberta do Mundo, da diretora pernambucana Taciana Oliveira, apresenta com registros e imagens de arquivo inéditos sobre a escritora. O filme será exibido somente de forma presencial.

Já Carro Rei, de Renata Pinheiro, o documentário Ossos da Saudade, de Marcos Pimentel, o suspense As Almas que Dançam no Escuro, de Marcos DeBrito, o drama Desterro, de Maria Clara Escobar, e o híbrido Alianças Profanas: Esquizoanálise de uma Mente Fragmentária, de Well Darwin, completam a representação do Brasil no evento.

Também é destaque a mais recente obra da cineasta paraguaia Paz Encina, o filme Abajures, inédito no Brasil. Em seu terceiro longa-metragem, realizado durante a pandemia, a diretora regressa ao tema de todos os seus filmes: a memória histórica de seu país, o Paraguai, e em particular de uma das ditaduras mais longas e obscuras da América Latina, a de Alfredo Stroessner (1954-1989). A diretora é convidada do festival e participa de uma masterclass online.

A Argentina também está representada com os documentários O Sonho da Montanha, de Ailén Herradón, sobre os esforços de uma comunidade para conservar suas origens mapuches, e Anos Curtos, Dias Eternos, de Silvina Estévez, sobre a maternidade. Em parceria com o Brasil e Chile, o cinema argentino também apresenta o suspense Matar a la Bestia, de Agustina San Martín.

Saindo do óbvio, ainda está na programação o delicado drama de ficção venezuelano Um Lampejo Interior, protagonizado por Silvia, uma mulher forte que padece de uma séria doença e precisa traçar o seu destino e de sua filha.

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