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Paraná

Sargento Fahur vê governador e presidente no caminho certo e fala em apoio a Campo Mourão

Ele foi policial “linha dura” em Campo Mourão entre 1990 a 1995, mas depois que aposentou a farda não quis saber de ficar parado…

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(Foto: Clodoaldo Bonete/Tasabendo.com)

Ele foi policial “linha dura” em Campo Mourão entre 1990 a 1995, mas depois que aposentou a farda não quis saber de ficar parado.

Candidatou-se a deputado federal em 2018 e foi eleito, sendo o mais votado no Paraná, com 314.963 votos.

Gilson Cardoso Fahur (PSD), mais conhecido como Sargento Fahur, é apoiador declarado do governo Bolsonaro e conhecido nas redes sociais pela intolerância com bandidos. “Sou defensor da pena de morte e continuo trabalhando para endurecer a pena de quem é bandido”, não hesita em falar.

Nesta terça-feira ele esteve em Campo Mourão e concedeu uma entrevista. Iniciou a conversa fazendo um balanço positivo do primeiro ano de seu mandato na Câmara dos Deputados.

“Foi um excelente começo, principalmente de muito aprendizado, pois cai em um lugar que não é a minha praia, mas a nossa experiência de vida, aliada com a boa vontade de pessoas firmes ao nosso lado, foi importante nesse início de mandato. A gente não é bobo. Fui me aproximando de pessoas de bem, principalmente alguns deputados que vieram na onda Bolsonaro, entre eles policiais militares, policiais federais e isso contribuiu muito para que pudesse desenvolver um bom trabalho, principalmente para tornar mais difícil a vida de criminosos, em benefício das pessoas de bem”, afirma.

No meio político, Fahur já reconhece quem luta em benefício do país e quem atua para “atrapalhar” o governo. “Estou tentando fazer a diferença, mas sabemos que tem o grupo que quanto pior melhor, torcendo para que o Bolsonaro erre, que o Brasil não dê certo para que eles possam voltar a tomar o poder, roubando e permitindo que se roube”, dispara.

Fahur admite ser da base do governo Bolsonaro, admirador e amigo do presidente, mas garante que não o apoia em todas as suas decisões. “Sempre digo que vou analisar individualmente cada situação. Aquilo que não concordo, eu vou falar para o presidente que sou contra, principalmente projetos que prejudicam os menos favorecidos”, explica.

Informações do TASABENDO


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