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Homens pelo fim da violência contra as Mulheres

Para reforçar a importância da data, a Assessoria de Direitos Humanos – Políticas para Mulheres de Curitiba, lança a Cartilha da Masculinidade Consciente, que visa a......

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Por CGN

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Este dia 6 de dezembro marca a campanha do Laço Branco, uma ação mundial à promoção do envolvimento dos homens no combate a violência contra a mulher. A iniciativa envolve mais de 50 países de todos os continentes num dos maiores movimentos mundiais em defesa da mulher, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

Para reforçar a importância da data, a Assessoria de Direitos Humanos – Políticas para Mulheres de Curitiba, lança a Cartilha da Masculinidade Consciente, que visa a desconstruir a cultura e o discurso ideológico machista que mantém e reproduz relações de dominação que potencializam a desigualdade, a violência e a discriminação. 

“Os índices mostram que os homens são os que mais cometem agressão contra as mulheres. Por isso, é importante que eles se engajem na luta pelo fim da violência contra as mulheres e é nosso dever, como poder público, promover ações para que isso ocorra”, ressalta a assessora de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres,  Elenice Malzoni.

Homens e mulheres que trabalham na Casa da Mulher Brasileira, aderiram ao movimento e durante todo o usam um laço branco reforçando a importância do engajamento masculino na causa. Funcionários públicos de outros departamentos também participam da campanha, que tem o objetivo de sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher.

Masculinidade Consciente

A cartilha apresenta os conceitos de masculinidade e orienta sobre comportamentos que podem levar à violência contra mulheres. Em formato digital e impresso, a publicação será compartilhada com o quadro funcional do município e a comunidade em geral.

Um modelo de perguntas e respostas (Quiz) ajuda homens e mulheres a identificar atitudes machistas inconscientes, apresenta estereótipos e explica como as atitudes machistas afetam mulheres e homens. A cartilha traz ainda a Lei Maria da Penha e propõe assuntos para reflexão.

A partir de fevereiro de 2022, a Assessoria de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres de Curitiba promoverá eventos de capacitação nas 10 Regionais do Município, com o objetivo de sensibilizar, informar e orientar servidores, servidoras e população no processo de construção de uma sociedade com mais igualdade entre mulheres e homens, em que todas as mulheres sejam valorizadas, não tenham medo da violência baseada no gênero e tenham controle das suas próprias vidas.

Clique aqui para baixar a cartilha.

Origem da data

No dia 6 de dezembro de 1989, Marc Lepine, de 25 anos, invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Montreal, Canadá, ordenou que os homens se retirassem da sala e assassinou 14 mulheres. Gritando para as estudantes que permaneceram: “vocês são todas feministas!”, começou a atirar à queima roupa. 

O rapaz, que se matou em seguida, deixou uma carta, na qual afirmava que havia feito aquilo, porque não suportava a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino.

O crime mobilizou a opinião pública de todo o país, gerando um amplo debate sobre as desigualdades entre homens e mulheres e a violência. Surgia assim a primeira campanha do Laço Branco, criada por homens, que elegeram como símbolo, o laço branco e adotaram como lema: “jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência”. 

A campanha se espalhou pelo mundo e chegou ao Brasil, onde é lembrada por diversas organizações e entidades que lutam pela equidade de gênero.

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