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Com orientação e testes rápidos, Saúde realiza ações de conscientização contra a Aids.Foto: SESA

Com orientação e testes rápidos, Saúde realiza ações de conscientização contra a Aids

Para chamar a atenção sobre a importância do tema, várias atividades, organizadas pelas Regionais de Saúde, foram realizadas, como a divulgação de materiais informativos, orientação à......

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Por CGN

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Com orientação e testes rápidos, Saúde realiza ações de conscientização contra a Aids.Foto: SESA

Todos os anos, desde 1988, o dia 1º de dezembro é marcado pelo Dia Mundial de Luta contra a Aids. Para lembrar a importância da data, a Secretaria da Saúde realizou várias ações durante toda a semana. Além da data, o Dezembro Vermelho, campanha que promove a prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos das pessoas que vivem com o HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis, também foi destaque nos últimos dias.

Para chamar a atenção sobre a importância do tema, várias atividades, organizadas pelas Regionais de Saúde, foram realizadas, como a divulgação de materiais informativos, orientação à população, distribuição de preservativos, coleta de testes rápidos, capacitações, simpósios e palestras, além de diversas visitas.

“A data constitui uma oportunidade para apoiar as pessoas envolvidas na luta contra o HIV. Esse é um problema de saúde pública global. Nossos profissionais das Regionais de Saúde se mobilizam para que a informação chegue até as pessoas, e isso é muito importante. O Estado tem vários programas que acolhem e direcionam a população”, enfatizou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

É importante destacar que ser portador do vírus HIV não é o mesmo que ter Aids, pois há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. O HIV é a infecção causada pelo vírus e a Aids é a instalação da doença, representa o estágio avançado, que ocorre quando a pessoa abandona o tratamento ou quando seu diagnóstico acontece tardiamente.

De acordo com a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr, o vírus pode ser transmitido por via sexual, sanguínea e de mãe para filho (transmissão vertical), não escolhe idade, sexo ou raça e, embora ainda não exista cura ou vacina, a ciência descobriu formas de proporcionar maior qualidade de vida às pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHIV).

“A Secretaria tem várias ações prioritárias, como reduzir a mortalidade das PVHIV, ampliar e fortalecer o diagnóstico e tratamento do HIV, diminuir a transmissão vertical do vírus e ampliar o acesso às ações de promoção à saúde e prevenção dos mais vulneráveis”, disse.

Em 2020, cerca de 920 mil pessoas viviam com HIV no Brasil. Dessas, 89% foram diagnosticadas, 77% faziam tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem o HIV por via sexual por terem atingido carga viral indetectável.

No Paraná, a taxa de incidência de HIV adulto, por 100 mil habitantes, foi de 22,1% em 2019 e 16,1% em 2020. Referente à Aids, as taxas são menores. No ano passado foi de 7,6%, e em 2019, 10,3%.

ESTRATÉGIA – Para fortalecer a gestão e a Rede de Atenção do Sistema Único de Saúde (SUS), aprimorando ações de prevenção, diagnóstico, assistência e tratamento das gestantes, parcerias sexuais e crianças, além da qualificação da vigilância epidemiológica e dos sistemas de informação, o Ministério da Saúde implantou a Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical (TV) do HIV. Essa estratégia tem o objetivo de certificar municípios que tenham atingido os critérios e os indicadores estabelecidos para eliminar a TV do HIV.

Curitiba e Umuarama já haviam conquistado a certificação em conformidade com as diretrizes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). A Sesa adaptou para critérios estaduais, e expandiu a proposta a todos os municípios do Paraná, por meio da videoconferência.

PANDEMIA – Na pandemia, houve uma diminuição da testagem e o número nos diagnósticos foi menor. Os serviços de saúde que ofertam o teste mobilizaram-se para o atendimento da Covid-19. Ações externas junto à população, que sempre são realizadas, foram interrompidas e a busca dos usuários pela testagem também.

MEDICAMENTO – Em 1987 foi aprovado um medicamento antirretroviral, conhecido como AZT (Zidovudina) e em 1996 teve início a Terapia Antirretroviral Altamente Ativa (HAART) mudando a história de um diagnóstico fatal para uma solução controlável e o termo “viver com HIV” foi se tornando possível e agregando qualidade de vida às Pessoas Vivendo com HIV.

DATAS – O mês de dezembro marca uma grande mobilização nacional sobre prevenção ao vírus HIV, Aids e outras IST (infecções sexualmente transmissíveis). O Dezembro Vermelho nasceu a partir da Lei Federal 13.504/2017, e dá sequência às ações do Dia Mundial contra a Aids, celebrado desde 1988 no mundo todo em 1º de dezembro. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde.

Confira o vídeo Eliminação da transmissão vertical do HIV no Paraná, um trabalho de integração nos territórios.

Fonte: AEN

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