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Imagem referente a Curitiba recebe Seminário Regional de Integração das Agências de Inteligência Penitenciária Sul

Curitiba recebe Seminário Regional de Integração das Agências de Inteligência Penitenciária Sul

Ele conta com participantes dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que vieram à capital paranaense para compartilhar experiências, discutir temas relevantes......

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Por CGN

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Imagem referente a Curitiba recebe Seminário Regional de Integração das Agências de Inteligência Penitenciária Sul

A Diretoria de Inteligência Penitenciária do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen), promove nesta semana o I Seminário Regional de Integração das Agências de Inteligência Penitenciária Sul (I SERIIPEN). O evento vai tratar de novas perspectivas do tema no cenário nacional.

Ele conta com participantes dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que vieram à capital paranaense para compartilhar experiências, discutir temas relevantes e tratar de doutrinas e práticas. Participam deste seminário analistas, diretores e chefes regionais do sistema penitenciário, bem como profissionais convidados de outras instituições como Polícia Militar, Polícia Civil, Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, e Tribunal de Justiça.

Durante a abertura do evento, nesta terça-feira (30), o secretário da Segurança Pública do Paraná, Romulo Marinho Soares, ressaltou que a participação dos representantes da inteligência penitenciária de cada estado culmina em resultados mais eficientes.

“Não temos como pensar na segurança pública sem o setor de inteligência e, em especial, a penitenciária. Constantemente somos desafiados a atualizar procedimentos e reforçar as ações preventivas nas unidades penais e não há outra forma de fazer isso senão com o incentivo à educação continuada e o constante aperfeiçoamento dos nossos profissionais”, disse.

O diretor de Inteligência Penitenciária Nacional, Josélio Azevedo de Souza, conta que um dos principais objetivos do seminário é identificar as boas práticas e as expertises que cada estado tem, as quais podem ser readequadas às realidades de outras unidades da Federação. O Paraná, na visão do diretor, tem várias qualidades na gestão e na operacionalização da inteligência no setor penitenciário.

“O Paraná é um estado muito importante, não só por se dispor a sediar nosso primeiro evento, como também por prestar apoio muitas das nossas ações e contribuir com este cenário de compartilhamento de informações e estratégias. A União pode e deve destinar aos estados com know-how tecnologia, recursos materiais e centralização da gestão, os quais têm sido apresentados durante o seminário e serão reiterados nos próximos dias”, disse.

INTEGRAÇÃO – Os profissionais de outras forças de segurança pública do Paraná e dos demais estados do Sul participam das atividades e vão contribuir para fortalecer a integração. De acordo com o diretor de Inteligência e Informação da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária e Socioeducativa de Santa Catarina, Ricardo Ferreira, a integração ajudará o sistema penitenciário brasileiro a avançar ainda mais. 

“Tivemos a oportunidade de trazer todo o nosso staff de Santa Catarina para compartilhar o que temos de melhor e absorver, na mesma medida, o que a inteligência no meio prisional e socioeducativo dos demais estados pode oferecer em benefício da Segurança Pública do Sul do Brasil”, disse. 

Já o representante da Superintendência dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul, Thiago da Silva Agne, destaca que o momento é de explorar cada vez mais os recursos da inteligência diante da evolução constante da criminalidade. “Esta iniciativa, que une a área da inteligência prisional do Sul do País, é um ponto decisivo para a segurança pública, pois permite o compartilhamento aprofundado de dados e a cooperação entre todas as forças de segurança”, contou.

“Buscamos aprimorar, equipar e trazer uma nova filosofia de trabalho aos nossos integrantes, até porque eu também sou oriundo da inteligência. Então buscamos aprimorar este serviço e dar uma qualificação e um treinamento já voltada à questões futuras”, destacou o diretor-geral do Deppen, Francisco Caricati.

Neste sentido, o chefe da Agência de Inteligência Penitenciária do Paraná, Adailton Taques, explica que há um trabalho para ampliar o setor em todo o Estado. “Conseguimos 113 servidores com o curso básico de noções de inteligência penitenciária e outros 20 em um curso mais avançado, que é de operações, graças a uma parceira com o Centro de Inteligência da Polícia Militar. Essa qualificação é muito importante, porque valoriza o profissional e faz com que ele devolva serviços de excelência”, afirmou.

TEMAS – Serão tratados aspectos sobre doutrinas de inteligência, atribuições, ações e desafios do Departamento de Inteligência Penitenciária Nacional (Dipen), a atuação do crime organizado, contrainteligência, ferramentas de tecnologia da informação, dentre outros.

Fonte: AEN

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