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Pacheco: temos que estabelecer enfrentamento ao coronavírus como prioridade

Segundo Pacheco, o prognóstico da pandemia “não é bom” diante da detecção de uma nova variante do vírus, chamada de ômicron pela Organização Mundial de Saúde...

Publicado em

Por Agência Estado

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O presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que o enfrentamento ao coronavírus deve ser uma prioridade no País nesse momento. “O enfrentamento do coronavírus para conter a pandemia e conter a fome e miséria no Brasil são focos que nós temos que estabelecer como prioridades absolutas nesse momento”, disse Pacheco durante o “Fórum Brasil de Ideias”, conforme nota divulgada em seu site oficial sobre evento realizado na noite de ontem em Chapada dos Guimarães (MT). “É o foco imediato que temos que ter, da contenção da pandemia, e depende da responsabilidade nossa, dos brasileiros, e do combate à fome, à miséria, que são problemas gravíssimos que nós temos que resolver para ontem”, afirmou.

Segundo Pacheco, o prognóstico da pandemia “não é bom” diante da detecção de uma nova variante do vírus, chamada de ômicron pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e os cuidados devem ser redobrados. “Agora o tema que vai acabar suscitando muitas discussões, como a questão do Carnaval, das festas de Ano-Novo, e é muito importante que os brasileiros e as brasileiras tenham muita responsabilidade nesse momento de enfrentamento ao coronavírus”, afirmou o presidente do Senado.

Pacheco disse também que, em meio ao cenário atual da pandemia, o trabalho do Senado tende a ser voltado para a resolução das demandas mais urgentes do País. “Uma realidade atual dos problemas que nós temos que resolver, para hoje, que são esses que vocês estão acompanhando relativamente aos precatórios, à responsabilidade fiscal, a um programa social, e pensar um Brasil para o futuro que seja, sobretudo, planejado”, apontou.

Ainda no evento, Pacheco descartou a possibilidade de avaliar uma eventual candidatura para as eleições de 2022, alegando que no momento o País passa por crises agudas. “Não tem o que se avaliar nesse momento de candidatura, isso ficará para 2022”, disse. Ele é cogitado a concorrer à Presidência da República pelo PSD.

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