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BC altera série de Balanço de Pagamentos após revisão ordinária anual

Em relação ao Investimento Direto no País (IDP), a revisão elevou o ingresso líquido em US$ 2,6 bilhões, de US$ 40,7 bilhões para US$ 43,3 bilhões,...

Publicado em

Por Agência Estado

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O déficit em conta corrente acumulado de janeiro a setembro de 2021 foi revisado nesta quinta-feira, 25, pelo Banco Central, após revisão ordinária anual do Balanço de Pagamentos, que ocorre em julho e novembro. O rombo acumulado passou de US$ 8,1 bilhões para US$ 11,3 bilhões, um aumento de US$ 3,2 bilhões. A principal alteração foi na rubrica de renda primária, que em que o déficit aumentou US$ 3,2 bilhões, mas houve também redução de US$ 76 milhões do superávit comercial.

Em relação ao Investimento Direto no País (IDP), a revisão elevou o ingresso líquido em US$ 2,6 bilhões, de US$ 40,7 bilhões para US$ 43,3 bilhões, com acréscimo de US$4,0 bilhões decorrente da revisão das estimativas de lucros reinvestidos, e redução de US$1,5 bilhão nos ingressos líquidos de operações intercompanhia.

2020

A revisão também alterou os saldos de 2020. O déficit em conta corrente foi reduzido em US$ 1,4 bilhão, de US$ 25,9 bilhões (1,80% do Produto Interno Bruto) para US$ 24,5 bilhões (1,70% do PIB). A revisão foi decorrente da mudança na rubrica de renda primária, cujo déficit foi revisto de US$ 39,7 bilhões para US$ 38,3 bilhões.

Quanto ao IDP do ano passado, houve diminuição do fluxo em US$ 6,9 bilhões, passando a totalizar US$ 37,8 bilhões (2,62% do PIB) ante US$ 44,7 bilhões (3,09% do PIB) anteriormente estimados.

Também houve mudanças no saldo de investimento em carteira, com saídas líquidas US$ 720 milhões menores, de US$ 2,6 bilhões para US$ 1,9 bilhão.

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